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Elmano Sancho: "Não tinha noção do impacto da figura"

Ator vai encarnar Francisco Leitão, o assassino que Portugal conhece como Rei Ghob. As gravações da série já arrancaram.

02 de maio de 2026 às 20:25

Elmano Sancho tem pela frente um mês cheio de trabalho. O ator – e também dramaturgo e encenador –, vai andar, em maio, em digressão com o espetáculo ‘D. Juan’, que reescreveu a partir da peça famosa de Molière e em que partilha o palco com Paula Neves, Catarina Wallenstein, Maria José Paschoal e Joana Bárcia.

Como se não bastasse, é um dos rostos desafiados a encarnar um psicopata ‘made in Portugal’. O intérprete de 44 anos vai dar voz e corpo ao polémico Francisco Leitão, mais conhecido por Rei Ghob, na série ‘Psicopatas Portugueses’, da RTP. O homem que foi condenado a uma pena de 25 anos de prisão (pena máxima) pelo homicídio de três jovens.

À Boa Onda, o ator admite que “não tinha bem noção do impacto” que a figura teve – e ainda tem – quando foi fazer casting para o papel.

“Foi a reação das pessoas, quando anunciei que ia fazer de Rei Ghob, que me alertou para a dimensão que ele tem no País”, revela, acrescentando que, embora esteja prevista uma ‘visita de estudo’ àquela que ficou conhecida como a ‘Casa dos Horrores’, em Carqueja, Torres Vedras, não tenciona conhecer Francisco Leitão pessoalmente. “Tenho muito material em que me inspirar. Até porque ele publicou muitos vídeos, alguns caricatos, outros verdadeiramente assustadores, aos quais posso ir buscar inspiração”, revela, acrescentando que o maior desafio vai ser “perceber, além da patologia, a dimensão humana” contida em Francisco Leitão.

Joana Ribeiro, Albano Jerónimo e Duarte Gomes são os restantes intérpretes destes ‘Psicopatas Portugueses’, série que ainda não tem data de estreia anunciada no pequeno ecrã.

Condenado a 25 anos

Francisco Leitão, conhecido como Rei Ghob, é um sucateiro português condenado a 25 anos de prisão pelo homicídio de três jovens (Tânia, Ivo e Joana) e ocultação dos seus cadáveres entre 2008 e 2010, perto de Torres Vedras. Auto-intitulado ‘mago’, era uma figura muito popular na zona da Carqueja, no Carregado. Em 1995 já tinha sido indiciado por outro homicídio de um sucateiro.

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