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Cofina nega "plano de recuperação" e exige reposição da verdade

Administração do grupo que detém o CM e a CMTV responde a notícia falsa do Jornal de Notícias.
26 de Setembro de 2017 às 18:35
Redação do Correio da Manhã
Redação do Correio da Manhã

A administração da Cofina, grupo que detém o Correio da Manhã, a CMTV, a revista SÁBADO e o Jornal de Negócios, entre outra publicações, emitiu um comunicado esta terça-feira em que desmente um artigo do Jornal de Notícias, de 18 de setembro, que dava conta de que a empresa estaria em situação económica difícil e em "plano de recuperação.

"Este artigo está pleno de afirmações falsas, sem que se consiga descortinar o objetivo de veicular informações erradas, interpretações abusivas e acusações sem sentido", afirmam os dirigentes do grupo Cofina, reiterando que "é falso que as empresas do Grupo Cofina estejam em qualquer ‘plano de recuperação’, porquanto é uma empresa solvente e em plena atividade sem constrangimento de qualquer espécie. Os administradores da empresa acusam ainda o JN de confundir "propositadamente o programa PERES com o PER", negando categoricamente ter aderido a este último, um plano especial de recuperação para empresas em pré-insolvência, até porque não está em situação económica difícil e tem apresentado "resultados amplamente positivos".

O comunicado explica ainda que é "falso que a Cofina tenha beneficiado de qualquer ‘perdão’ por parte da Autoridade Tributária, ou que tenha negociado o que quer que seja", assim como que não é verdade que o grupo tenha um dívida de 13,5 milhões ao fisco.

A administração garante ainda que as conta das Cofina SGPS estão "certificas e auditadas pela Deloitte" e podem ser consultadas junto da CMVM.

"A Cofina SGPS e a Cofina Media repudiam as imputação e falsas insinuações constantes da notícia do JN, exigindo a reposição da verdade, para salvaguarda do seu prestígio e reputação, reservando-se, ainda, no direito de recorrer a todos os mecanismos legais ao seu dispor, com vista à reposição da verdade e ressarcimento de todos os prejuízos", conclui a administração do Grupo Cofina no comunicado.

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