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Correio da Manhã

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Diogo Amaral foi reconhecido em Goa

Diogo Amaral ficou surpreendido por ter sido reconhecido na Índia e gostou de ouvir alguns indianos falar português. O actor, que recentemente regressou a Lisboa depois de gravar, durante nove dias cenas da novela ‘Imperium’ no cenário natural de Goa e Bombaim, dá vida ao personagem ‘Óscar’ na juventude, nos idos anos 50 e 60.
9 de Novembro de 2007 às 00:00
Diogo Amaral vai dar vida a ‘Óscar’ na juventude
Diogo Amaral vai dar vida a ‘Óscar’ na juventude FOTO: Natália Ferraz
Aliás, o jovem ‘Óscar’ vai ter um papel preponderante na trama que estreia este mês na TVI. “Sou um privilegiado porque ainda por cima as cenas gravadas são muito importantes para a história”, refere o actor escusando-se a revelar pormenores sobre a sua personagem.
Uma coisa é certa, ‘Óscar’ apaixona-se por ‘Kali’ (Rita Pereira) e desse amor vão nascer duas crianças, um rapaz e uma rapariga. “Mas não é um amor proibido, apesar dela ser indiana e ele português, porque naquela época, anos 50, 60, uma relação mista não era tão escandalosa, quanto se pode imaginar. A história de amor entre eles é verdadeira”, conta o actor adiantando: “Não foi a invasão das tropas indianas que os separou. Houve outros factores que levam ao afastamento”.
Para Diogo Amaral a participação em ‘Imperium’ foi uma experiência extremamente positiva”, e gostou de ver em Goa “edifícios e pormenores que que nos fazem lembrar a arquitectura portuguesa”.
Mas o que mais surpreendeu o actor foi ouvir pessoas que ainda falam o português: “Vieram ter connosco. Alguns têm família cá e vêem a RTP Internacional. Uma senhora, que acompanhou uma novela em que participei reconheceu-me, e veio ter comigo para saber novidades de Portugal” .
Diogo Amaral confessa que, apesar de ter gostado muito da Índia, fez-lhe muita confusão a sujidade: “As pessoas são muito porcas, atiram tudo para o chão. Até cheguei a dar uma lição de civismo a uma pessoa. Expliquei-lhe que aquele era o país dele e que daqui a uns anos ele ia estar com lixo até ao pescoço. Têm um país lindo, praias brutais, qualquer plantinha cresce dois metros e isso é fascinante”.
“Gosto muito de viajar mas custa-me sempre sair, tenho saudades de tudo. É uma parvoíce, mas depois quando estou lá apetece-me ficar mais tempo, como aconteceu agora. Se pudesse ficava mais uns dias para aproveitar. Tenho de lá voltar”, concluiu.
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