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Correio da Manhã

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ELAS JÁ ESTÃO NO TIVOLI

Ana Emília e Joana conheceram-se no primeiro ‘casting’ de ‘Ídolos’, SIC, e hoje consideram-se boas amigas. As jovens nunca se tinham visto até então, mas asseguram que a amizade nasceu enquanto esperavam pelo primeiro frente a frente com o júri. Amanhã, Ana e Joana vão mostrar os dotes vocais e justificar a passagem à fase Tivoli.
16 de Setembro de 2004 às 00:00
“Como fomos sozinhas, acabámos por nos juntar. Conversámos bastante, aliás tivemos muito tempo para isso... Mas também rimos, cantámos, dançámos... “, refere Ana. Por sua vez, Joana recorda: “Também bebemos muito chá de limão com mel para a voz”.
Aos 19 anos e a frequentar o segundo ano de Gestão, Ana Emília não esconde que gostava de fazer algo relacionado com a música, nomeadamente produção musical embora não descarte a possibilidade de fazer carreira como cantora, caso a sorte a bafeje. A sua primeira experiência a sério foi no coro da igreja, em Tires, e, mais tarde, na escola. “Desde miúda que gosto de cantar. Agora enchi-me de coragem e concorri ”, adianta.
No primeiro ‘casting’, Ana, que é fã de R & B, pop e pop-rock, interpretou um excerto de um tema de Christina Aguillera e outro de Beto e Rita Guerra, que conquistou o júri e a levou ao Tivoli. “Sofia Morais fez-me um reparo, disse-me que não sabia controlar a voz”, salienta.
Ana Emília confessa que assim que entrou na sala do júri ficou tensa. “Foi de tal maneira que nem vi as câmaras...”, adianta.
Joana, de 18 anos, estudante de Ciências da Comunicação, gostava de ser jornalista e espera poder conciliar esta profissão com a música. “Fiz parte dos Onda Choque e do coro dos Jovens Cantores de Lisboa, além disso participei em vários ‘karaokes’ e cantei em festas”, recorda.
Foi ao som de ‘Kiling Me Softly’, de Roberta Flack , que Joana conquistou o júri, sobretudo Luís Jardim. “Estava tão nervosa que quase não ouvi o que os outros elementos do júri disseram, só sei que gostaram”, refere.
Joana diz ainda que o que mais lhe agrada nas longas horas de espera são os bons momentos vividos entre os muitos concorrentes e as amizades que se fazem: “Apesar dos nervos e da tensão da espera, o ambiente acaba por aliviar com as cantorias e as brincadeiras”.
No Tivoli, Ana e Joana cantaram ao lado de Pedro Miranda, um dos ‘cromos’ da primeira edição de ‘Ídolos’ que ficou conhecido por mandar o júri apanhar morangos. “Foi por mero acaso, mas ficámos muito contentes com esta coincidência, até porque inicialmente a Ana ia cantar noutro grupo mas acabou por ficar comigo”, refere.
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