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Correio da Manhã

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ELOGIOS INTEIRINHOS VÃO PARA GOUCHA

“Em termos de audiências o Manuel Luís Goucha ganha-me claramente, com a ‘Praça da Alegria’, em relação a ‘As Manhãs da TVI’. E merece”, afirma Teresa Guilherme.
4 de Julho de 2002 às 19:27
ELOGIOS INTEIRINHOS VÃO PARA GOUCHA
ELOGIOS INTEIRINHOS VÃO PARA GOUCHA
Falando do apresentador do programa rival da RTP1, de quem é muito amiga, Teresa lembra que Goucha exerce aquela actividade há sete anos e “faz aquilo brilhantemente”.

Na opinião de Teresa, Manuel Luís Goucha “é a energia do programa, é pro-fundamente feliz a fazê-lo.” É um profissional cheio de qualidades: “Ele (Manuel Luís Goucha) deve ser a única pessoa capaz de entrevistar alguém que não consiga falar nada, que seja completamente muda, afónica ou rouca, e fazer com que a entrevista corra bem na mesma…”

“Considero que o Manuel é imbatível para uma certa faixa etária mais avançada e a nível das manhãs e do encanto”, alega Teresa Guilherme. Afirma-o, in-dependentemente da consciência, que diz ter, de ser Fátima Lopes (Programa “SIC 10 Horas”) quem cativa mais audiência neste tipo de programas matinais. Reconhece mesmo que a apresentadora da SIC também chega com muita facilidade ao público. “Vê-se que ela se interessa pelas pessoas. É uma excelente pessoa”, assegura.

Aliás, “um programa da manhã é para corredores de fundo”, alega Teresa. “É – acentua — para pessoas que gostam do que fazem, senão é impossível”, devido ao grande sacrifício exigido. “As pessoas até podem fazer por frete um programa semanal, mas um programa diário, de três horas e meia, é impossível”, garante.

No que respeita à comparação com “Praça da Alegria” e às respectivas audiên-cias, Teresa Guilherme sublinha que “As Manhãs da TVI” é mais irrequieto e vocacionado para pessoas mais novas, que estão em casa, na faixa dos 14 aos 30 e tal anos, como constata pelos telefonemas que são recebidos no programa.


Irmãos noutra vida


Crente em Deus, no além e na reencarnação, Teresa Guilherme viveu uma experiência curiosa no Brasil, quando fazia o “Programa do Além”, com uma especialista em regressão. Essa especialista pediu-lhe a data e a hora de nascimento de uma pessoa. Teresa ligou para Goucha, pediu-lhe a hora do nascimento, deu os dados todos à especialista e ela cruzou os mapas.

“Disse-me que eu e esse homem, noutra encarnação, tínhamos sido irmãos (dois rapazes), muito competitivos e que vínhamos a esta vida para resolver essa competição”, revela Teresa Guilherme. Uma competição que ambos poderiam muito bem ter na vida real, dado trabalharem na mesma área, mas que de facto não existe. “Até estamos cada vez mais amigos!”, sublinha a apresentadora.

“Como a resolvemos, dizemos ser de muita pena já não nos voltarmos a ver na próxima encarnação, porque já não é preciso”, conclui Teresa. Acrescenta que Manuel Luís Goucha se farta de gozar com ela acerca desta questão e lhe chama “irmã de outra encarnação”, mas que “não acredita em nada destas coisas”.

Teresa Guilherme acredita que na vida “nada é por acaso”. O que é importante é sabermos que já cá estivemos neste mundo e que estamos de novo, por algum motivo. “Tudo o que nos acontece fomos nós que escolhemos”, acrescenta.
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