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JORNALISTAS APRENDEM A SOBREVIVER COMO SOLDADOS

“Os jornalistas destacados para zonas de conflito têm de saber sobreviver como soldados”, afirmou o director do Instituto Português de Estudos Superiores, instituição que em Maio estreia uma pós-graduação orientada para esta necessidade.
12 de Abril de 2003 às 00:04
O curso surgiu na sequência do aumento de mortes de jornalistas
O curso surgiu na sequência do aumento de mortes de jornalistas FOTO: Ahmad al-Rubaye (Epa )
Com início a 9 de Maio, o curso, o primeiro em Portugal, e que se destina também a profissionais de outras áreas, terá duas modalidades. A primeira, com 124 horas de duração, destinar-se-á a jornalistas, estudantes e técnicos da comunicação social. A segunda, de 84 horas, destina-se a médicos, estudantes, enfermeiros, funcionários ou voluntários de organizações governamentais ou não governamentais.
O objectivo, explicou Manuel Vieira Pinto, é "preparar os profissionais para sobreviverem em zonas de conflito, com especial incidência nas questões de segurança pessoal". Um dos professores já convidados para dar o curso é o jornalista Hernâni de Carvalho, um dos que ficou em Dili depois dos tumultos em Timor.
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