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Correio da Manhã

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Júlia e companhia lançam Casamento de Sonho

Para Júlia Pinheiro, ‘Casamento de Sonho’ é mais um reality show no seu vasto currículo neste tipo de formatos. As sete madrinhas e os sete padrinhos que acompanharão os 14 casais de noivos concorrentes a este novo programa da TVI, que estreia no domingo, a seguir ao ‘Jornal Nacional’, são todos famosos, a maioria actores.
26 de Setembro de 2007 às 00:00
Júlia Pinheiro vai apresentar, todos os domingos, o reality show e mantém-se no programa da tarde
Júlia Pinheiro vai apresentar, todos os domingos, o reality show e mantém-se no programa da tarde FOTO: Vítor Mota
A cantar e a dançar com cada par concorrente estará um padrinho ou uma madrinha. As actrizes Carla Andrino, Helena Laureano, Maria João Abreu, Núria Madruga e Rita Salema, a relações públicas Marta Aragão Pinto e a modelo Marina Rodrigues, vencedora do último reality show da TVI, ‘A Bela e o Mestre’, serão as madrinhas dos casais a concurso.
O grupo dos padrinhos inclui outras sete figuras públicas. São eles o hoquista Filipe Gaidão e os actores Gonçalo Dinis, Isaac Alfaiate, João Cajuda, José Carlos Pereira, Nuno Homem de Sá e Pedro Giestas.
O novo programa destaca o amor e premeia um par de noivos com o pagamento do seu casamento, uma lua-de-mel inesquecível e ainda cem mil euros em dinheiro.
Mas, para tal, os noivos têm de dar provas a cantar e a dançar, ao ritmo da valsa, cha-cha-cha e bolero. Os 14 casais vão viver juntos numa casa, a chamada ‘Casa do Amor’, onde câmaras atentas os seguirão desde o início até à grande final.
Os desempenhos dos concorrentes serão avaliados por um júri constituído pelo apresentador da TVI Manuel Luís Goucha, pela jornalista Margarida Pinto Correia, pelo cantor Olavo Bilac e pela apresentadora de TV Luísa Castel-Branco.
As sogras de serviço neste reality show, ou seja, as celebridades que visitarão semanalmente os concorrentes para lhes distribuírem tarefas, como, por exemplo, no campo da etiqueta, são as actrizes Anita Guerreiro, Rosa Lobato de Faria e Rita Ribeiro.
TRAGÉDIA ATIÇA 'BATANETES'
Ir espreitar os ‘Batanetes’ para identificar o actor Pedro Alpiarça, que na véspera tinha posto termo à vida, pode ter ajudado a mexer com as audiências da série de humor em reposição na TVI.
Segundo dados da Marktest, dia 20, quinta-feira, dia da morte do actor, a série apresentou uma audiência média de 13,9 % e um share de 35,1%. No dia seguinte, as notícias divulgam amplamente o suicídio do actor e ‘Batanetes’ registam uma audiência média de 14,4% e um share de 37,8%, os valores mais altos do período de reposição da série entre Julho e Setembro. E, porque Pedro Alpiarça não era – como lembra o crítico de TV, João Gobern – uma “primeira figura do elenco”, o público terá tido “curiosidade em ver a série para tentar identificar o actor”.
“Aconteceria o mesmo se estivéssemos nos Estados Unidos ou num outro qualquer país”, explica João Gobern. Após a interrupção de fim-de-semana, ‘Batanetes’ retoma a sua exibição no dia 24, segunda-feira, com uma audiência média de 15,5% e um share de 35,5%. O fenómeno não é novo. Já a morte de Camacho Costa se reflectira nas audiências de ‘Malucos do Riso’, na SIC, e a de Francisco Adam, nos ‘Morangos com Açúcar’.
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