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Correio da Manhã

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'LADIES AND GENTLEMEANS...' FERNANDO ROCHA A SOLO

Depois do sucesso em ‘Levanta-te e Ri’, Fernando Rocha aquece as noites de quinta-feira na SIC com as suas anedotas, brejeirices, segundos sentidos, ‘bonecos’ e surpresas
27 de Setembro de 2003 às 00:00
Ele é a ‘cereja em cima do bolo’ de ‘Levanta-te e Ri’. Agora ele é o bolo, a cereja e as velas. Fernando Rocha é a estrela de ‘Ou Bai Ou Rocha’, presenteando o público com muito humor.
Ao ‘Correio TV’ o humorista traçou um quadro sobre aquele que considera “um dos maiores desafios da sua carreira”, acrescentando: “Não quero ficar por aqui, porque não vou dar tudo neste programa. Não quero gastar os tiros todos de uma só vez.”
Como vai ser este ‘Ou Bai ou Rocha’?
Fernando Rocha – Vai ser um programa de muita algazarra. A partir de um guião da autoria dos Scripts Doctors – mas com uma triagem minha – vamos ter semanalmente histórias passadas num bar onde estarão personagens como o Fininho (empregado de balcão), a Natália (que é burra mas não é loira) e a Irina (uma 'stripper'/bailarina que tira a roupa, mas só a parte de cima...).
Vai haver convidados especiais?
Sim, dois por semana. Depois do Toy e do Simão Sabrosa, vou levar ao programa a Rute Marques e a Tuna Camoneana da UAL.
Quais são as grandes vantagens do ‘Levanta-te e Ri’, que agora é transmitido a partir do Teatro Villaret, em Lisboa?
Essencialmente três: abriu oportunidade a novos talentos – actores e humoristas -, é uma nova forma de fazer rir e tenta investir numa tradição que não é portuguesa.
E pessoalmente?
Antigamente eram precisos três ou quatro actores para contar uma história. Agora, sozinho, faço a festa, boto os foguetes e apanho as canas.
Mas há canas perigosas, pois entre quatro palavras, há cinco palavrões...
No meu caso há! Quer dizer, antes de vir para o programa, tinha lançado três CD's de anedotas exactamente da mesma maneira em que me apresento na televisão, com os palavrões à moda do Norte e nos sítios certos. Porque existem aqueles palavrões que, se não estão nos sítios certos, soa a forte demais...
Houve palavrões que nunca disse?
Sim, dois. Mas substituo-os por 'gaita' ou 'cliteróides'.
Já inventou algum palavrão?
Não.
Então e o 'bujão'?
Isso não é palavrão, é uma adaptação, porque o bujão é um parafuso que no carter do carro serve para esvaziar o óleo.
E alguma vez poderá deixar de usar palavrões?
Sim, no dia em que alguém chegar à minha beira e me disser: “Disseste um palavrão que eu não conhecia”. Quando digo um palavrão, uns ficam escandalizados e outros não. Mas todos o conhecem!
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