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Lucro da Cofina cresce no primeiro semestre

Valor subiu 1,6% em relação ao ano passado.
28 de Julho de 2016 às 17:39
Paulo Fernandes é o presidente do Conselho de Administração do Grupo Cofina, que detém o 'Correio da Manhã'
Paulo Fernandes é o presidente do Conselho de Administração do Grupo Cofina, que detém o 'Correio da Manhã' FOTO: Duarte Roriz

O lucro da Cofina subiu 1,6% no primeiro semestre do ano, em termos homólogos, para 2,34 milhões de euros, informou esta quinta-feira a dona do Correio da Manhã e do Jornal de Negócios.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa informa que as receitas totais recuaram 3,1% para os 48,5 milhões de euros, "com as receitas de circulação a diminuírem 2,2% e as de publicidade 7,4%", enquanto as receitas de produtos de marketing alternativo aumentaram 3,2%.

O resultado antes de impostos, resultados financeiros, depreciações e amortizações (EBITDA consolidado) caiu 6,1% no primeiro semestre, face ao período homólogo, para 6,4 milhões de euros, face aos 6,8 milhões verificados no ano anterior, com a margem EBITDA a recuar 0,4 pontos percentuais para 13,3%.

Os custos neste período desceram 2,6% para os 42 milhões de euros, uma queda que ainda assim não compensou a quebra verificada nas receitas motivando a descida do EBITDA.

Os resultados antes de impostos registaram uma melhoria de 5,6% para 3,6 milhões de euros.

Em 30 de junho deste ano, a dívida nominal líquida da Cofina era de 58,6 milhões de euros, o que corresponde a uma queda de 8 milhões de euros face ao final do período homólogo.

No segmento de jornais, as receitas operacionais consolidadas aumentaram 1,4% no segundo trimestre para cerca de 21,4 milhões de euros, com as de circulação a caírem 1,9% e as de publicidade a recuarem 3,4%. Já as receitas de produtos de marketing alternativo e outras aumentaram 23,7%.

Assim, o EBITDA do segmento de jornais atingiu os 3,7 milhões de euros, uma descida face aos 3,8 milhões de euros em igual período homólogo do ano anterior.

O comunicado destaca a evolução de audiências registada no canal CMTV que, seis meses após estar disponível nas plataformas de televisão por subscrição NOS e MEO apresenta um 'share' médio (para o semestre inteiro) de 1,9%.

Já no segmento das revistas, que inclui entre os títulos a Sábado, as receitas totais atingiram cerca de 4,4 milhões de euros, refletindo uma descida de cerca de 18% face ao período homólogo de 2015.

"Todas as rubricas de receitas apresentaram um desempenho negativo. O esforço de controlo de custos não evitou o agravamento do EBITDA negativo, que se cifrou em -202 mil euros", diz a Cofina, embora salientando que este segmento "apresenta uma forte componente sazonal, que se manifesta num pico histórico no último trimestre do ano".

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