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Correio da Manhã

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Magno afirma que pressão não foi ilícita

Os membros da Entidade Reguladora para a Comunicação Social foram ontem ao parlamento explicar o relatório do processo das alegadas ameaças do ministro Relvas ao jornal ‘Público’.
5 de Julho de 2012 às 01:00
Carlos Magno, da ERC
Carlos Magno, da ERC FOTO: Jorge Paula

Magno, presidente da entidade, sublinhou ser "inaceitável, mas não ilícitas, as pressões do ministro à jornalista do ‘Público’", e assumiu não ter verificado se o relatório continha esta frase.

A ausência desta afirmação justificou o voto contra de Arons de Carvalho, vice-presidente da ERC. Magno recusa ainda as acusações do BE que afirmou que a ERC "está fragilizada e instrumentalizada". Em resposta ao PS, considerou que não houve "alguma cilada do jornal ao ministro".

ERC CASO RELVAS CARLOS MAGNO
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