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Correio da Manhã

Tv Media
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Moniz é a figura da década

A escolha de José Eduardo Moniz deve-se, diz Manuel Falcão, “a todo o trabalho que desenvolveu na TVI, por ter apostado tanto e tão bem na produção nacional, por ter conseguido chegar a n.º 1 de audiências, por ter apostado em novos actores, por ter dado oportunidade a novos guionistas”. Francisco Penim lembra que Moniz “quebrou dez anos de liderança da SIC” e Rui Cádima frisa os “sucessivos sucessos financeiros”.
31 de Dezembro de 2009 às 00:00
Os cinco críticos do ‘CM’ escolherem o ex-director-geral da TVI como a personalidade mais importante da TV portuguesa
Os cinco críticos do ‘CM’ escolherem o ex-director-geral da TVI como a personalidade mais importante da TV portuguesa FOTO: d.r.

Como momento mais marcante da TV, em Portugal e no Mundo, a  maioria dos críticos elege o ataque às Torres Gémeas. “Foi o momento que mudou o Mundo tal com o vivíamos: o directo do atentado à segunda torre do World Trade Center em Nova Iorque, a 11 de Setembro de 2001. A televisão enquanto testemunho dos acontecimentos passou a ter uma capacidade  praticamente ilimitada”, sintetiza Manuel Falcão. No entanto, para Fernando Sobral foi o ‘Big Brother’ que “marcou definitivamente a relação entre os canais nacionais e tornou hegemónica uma nova concepção televisiva baseada nos reality shows e nos programas onde os espectadores são actores”. Felisbela Lopes recorda: “A chegada do atleta Carlos Calado ao Aeroporto de Lisboa, poucas horas depois de saber que a mulher e os filhos tinham morrido intoxicados, constitui um dos piores momentos da informação televisiva (Fevereiro de 2003). Aqueles grandes planos com a cara do atleta, a abrir os noticiários das 20h00, dão-nos a ver tudo aquilo que a televisão não pode mostrar.”

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