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Correio da Manhã

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NA HORA DE TORCER O PEPINO

Pimpinha segue as pisadas da mamã Cinha, e, vai daí, decide começar a colocar em prática o sonho de ser jornalista. O Manuel Fonseca, da SIC, decidiu dar-lhe uma chance de aprender e colocou-a a estagiar no programa “Flash” ex-Catarina.com.
25 de Janeiro de 2003 às 01:09
Pimpinha
Pimpinha FOTO: Direitos Reservados
Uma coisa é certa: “Não vou deixar de estudar, pelo contrário, quero aprender na prática todo este ‘métier’ e, mais tarde, quem sabe, até dá para dar a cara nas reportagens!” Uma mais-valia para o canal de Balsemão. É que de pequenino é que se torce o pepino, e a Pimpinha herdou o à-vontade da sua mãe...

Cinha Jardim nunca foi tão disputada na vida. Tanto SIC como TVI desejam a “tia”. Mas a famosa parece estar mais inclinada para José Eduardo Moniz. Não para um mas sim dois programas. Quais? Ainda está no segredo dos Deuses. A surpresa é muito importante para o canal líder em formatos que lhe garantem números audiométricos fantásticos. É só contabilizar telespectadores! Se tudo correr bem, a colunável vai estar entre mulheres especiais e, também, com o seu amicíssimo Cláudio. E mais não digo!

Gostava de saber como vai a TVI descalçar a bota no que respeita às promessas de programas para ex-participantes do “BB Famosos”. Gisela continua à espera. Dinny, namorada de Melão, também. Cláudio Ramos anda entusiasmado e a falar de mais... como irá Moniz resolver o assunto? Será que compra um formato tipo dois em um?

Quem parece estar na mó de cima é o meu querido amigo Flávio Furtado autor do Kamasutra Gay , que tem em vista uma série de dez episódios, para a SIC, onde se pretende desmistificar a temática. O produtor parece ser Ediberto Lima. A ser verdade, teremos, realmente, algo diferente e inovador no canal de Carnaxide!

Bizarro é a palavra exacta para o que aconteceu a Maria Manuel Cyrne num destes dias. É que o bruxo Sô Zé (o que usa um gorro de tigre na cabeça) foi apanhado a fazer das suas à porta da casa da família do casal. Sete rosas, sete patas de galinha, uma garrafa de champanhe, sete velas negras e dois litros de sangue de bode. Estes foram os ingredientes. (Seria uma cabidela para um jantar romântico?) O bruxedo tinha como alvo José Pedro Cyrne. E o problema é que foi registado por um vídeo amador que o passou a Ediberto Lima. Está lá tudo. Sinais de luzes, matrículas e os dois carros envolvidos na acção. Imperdível num dos próximos “Escândalos e Boatos”, em que Carlos Cruz confronta o bruxo. Diz a má-língua que a feitiçaria foi feita a meias com Cristina Andreia, também ela do jet-set nacional... Ai, como as “kiduchas” se querem bem umas às outras!!! Isto é terrível.
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