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Número de jornalistas mortos sobe em 2004

Em 2004 o número de jornalistas assassinados no cumprimento do dever subiu, registando-se mais 13 mortes que no ano anterior.
3 de Maio de 2005 às 14:05
De acordo com a organização Repórteres sem Fronteiras (RsF), o número de jornalistas assassinados subiu de 40 (em 2003) para 53 (em 2004), o valor mais alto registado desde 1995.
A RsF considera o Iraque como o país mais perigoso para os jornalistas contabilizando em 2004 dezanove mortos e quinze reféns. No total, em dois anos de conflitos em território iraquiano, já foram assassinados 56 jornalistas.
O Iraque pode mesmo tornar-se no país mais perigoso de sempre para os jornalistas, uma vez que já ultrapassou os 49 mortos registados nos confrontos na ex-Jugoslávia (1991-1995) e está perto de tirar o primeiro lugar à guerra do Vietname, onde 63 jornalistas foram assassinados entre 1955 e 1975.
No relatório apresentado pela RsF no dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a organização afirma que “pode nunca ter sido tão perigoso informar as pessoas” e que “a liberdade de imprensa está longe de ser assegurada em todo o Mundo”.
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