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Correio da Manhã

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O João Pedro Pais deu-me muita força

O concurso que foi uma das grandes apostas da SIC da temporada, ‘Ídolos’, chega amanhã ao fim. Na derradeira gala o público vai ficar a conhecer a nova estrela da música pop portuguesa. Sérgio, o grande favorito à vitória, confessou que tem trabalhado com afinco, no quarto, à frente do espelho, para “dar um bom espectáculo” na gala.
13 de Janeiro de 2005 às 00:00
Correio da Manhã – É considerado o grande favorito desta segunda edição de ‘Ídolos’...
– Tenho tantas hipóteses de vencer quanto a Raquel. Ela é uma excelente cantora e merece a vitória tanto como eu. Independentemente de ganhar ou perder, o importante é sair feliz com a minha participação. No início das galas, a minha imagem estava muito associada ao rock e tenho trabalhado muito para distanciar-me desse rótulo porque, na verdade, gosto de interpretar qualquer tipo de música. Mas acho que já venci essa batalha.
Caso venha a gravar um álbum, qual será o género musical eleito?
– Um trabalho muito português, mas com algumas nuances internacionais, modernas, do tipo de música que hoje se faz lá fora. Uma música que seja comercial, mas de qualidade, na linha de Bryan Adams, Bruce Springsteen, Bon Jovi ou João Pedro Pais, que é para mim um dos melhores músicos portugueses.
Sei que teve a oportunidade de conhecer o João Pedro Pais pessoalmente...
– Foi no Porto, quando participámos no desfile de Pais Natais. Foi um dos grandes momentos da minha vida. Tive a oportunidade de lhe dizer que o admirava muito e ele garantiu que já me tinha visto actuar na televisão e que gostava muito do meu estilo e da minha voz. Deu-me muita força.
Já teve alguma proposta de trabalho?
– Não. Mas espero que apareça alguma coisa no final do programa.
Como tem corrido esta derradeira semana?
– É uma semana bastante complicada. Temos tido pouco tempo para preparar as três canções, mas tenho trabalhado muito no quarto, à frente do espelho, o que para mim é muito importante para fazer um bom espectáculo na sexta-feira.
Vai cantar em português e inglês. Em que língua se sente mais confortável?
– Música é música, independentemente da língua. Sinto-me confortável em ambas. Cantar em português é muito importante, embora o repertório nacional já esteja esgotado. Há excelentes canções e artistas, como é o caso das canções do Rui Veloso, Dulce Pontes ou Sérgio Godinho, mas nem sempre são apropriadas para gente jovem como nós. Por isso, é importante que o mercado musical português abra as portas a novos nomes e géneros ou nunca mais andamos para a frente.
‘Ídolos’ correspondeu totalmente às suas expectativas?
– Superou todas as expectativas. Nunca pensei que tivesse tanto impacto junto do público. E isso é óptimo. Quanto mais sucesso tiver o programa, mais bem sucedidas serão as nossas carreiras!
Qual é a primeira coisa que vai fazer quando acabar o programa?
– Seja qual for o resultado, vou descansar e comemorar com os meus amigos e familiares .
PERFIL
Sérgio tem 28 anos e vive em S. Pedro do Sul. Tem uma banda de hard rock, com a qual já efectuou alguns concertos, mas é na carpintaria que ganha o seu sustento. Porém, Sérgio é um artista ‘nato’. Além de ter uma grande paixão pela música, adora representar, escrever peças de teatro e até poesia. O seu grande sonho é participar num musical, onde teria a oportunidade de conciliar todos os seus talentos.
Na última grande gala de Ídolos’ vai cantar três canções: ‘Circo de Feras’, dos Xutos & Pontapés, ‘Star’, dos Reamon, e ‘Addicted to Love’, de Robert Palmer.
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