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O último adeus a Pinto Coelho

Severiano Teixeira, ex-ministro da Defesa, a escritora Lídia Jorge, José Nuno Martins, Almeida Santos, Mário Soares e Guilherme Oliveira Martins foram algumas das figuras públicas que passaram ontem pelo velório de Carlos Pinto Coelho, no Palácio Galveias, em Lisboa.

18 de dezembro de 2010 às 00:30

Após a missa de corpo presente, cerimónia a que assistiram maioritariamente familiares e amigos mais próximos do jornalista, o cortejo fúnebre seguiu para o Cemitério dos Olivais, onde o autor e apresentador de ‘Acontece’ (RTP 2) foi cremado.

"O Carlos era, antes de tudo, um amigo, mas era um grande profissional da comunicação, um exemplo de cidadania para todos nós, porque ele era um cidadão de corpo inteiro", disse ao Correio da Manhã Severiano Teixeira.

O ex-ministro da Defesa (de um governo PS) referiu ainda que Pinto Coelho "deixa muita saudade e a cultura portuguesa mais pobre".

"Sabe, eu ainda não sinto dor. Ainda estou sob o efeito da surpresa. Parece que foi uma partida de mau gosto. Ainda não encarei isto com realidade. É uma pessoa que me faz tanta falta, era tão envolvente...", disse ao CM Lídia Jorge.

A escritora contou ainda que recebeu um mail recente do amigo Carlos Pinto Coelho. "É uma coisa da vida dele, depois da sua morte, a ideia que tenho é que é uma voz que continua. Porque o recado que ele me mandou só me chegou às mãos agora."

Guilherme Oliveira Martins teceu outros elogios: "Tinha uma visão aberta, moderna, universalista da cultura portuguesa e uma ideia correcta do serviço público."

Mais peremptório foi Almeida Santos: "Perdi um grande amigo. Foi sempre um encanto de rapaz."

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