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Observador anuncia morte de Ribeiro Telles por engano

Arquitecto celebrou esta segunda-feira 98 anos e cerimónia de homenagem gerou confusão.
Sónia Dias 26 de Maio de 2020 às 08:12
Gonçalo Ribeiro Telles, mestre de várias gerações de arquitectos paisagistas
Gonçalo Ribeiro Telles, mestre de várias gerações de arquitectos paisagistas FOTO: Bruno Simão

O País ficou em choque quando esta segunda-feira, de manhã, o ‘Observador’ noticiou a morte de Gonçalo Ribeiro Telles, no dia em que celebrava o seu 98º aniversário. Pouco depois, o jornal digital desmentia a notícia. Afinal, o célebre arquitecto paisagista, ecologista e político, galardoado há três anos por Marcelo Rebelo de Sousa com a grã-cruz da Ordem do Infante D. Henrique, estava bem vivo. Tudo não passou de um mal-entendido.

Uma cerimónia de homenagem a Ribeiro Telles, realizada ontem na Igreja de São José dos Carpinteiros, perto da sua residência na cidade de Lisboa, terá estado na origem do engano. "O equívoco surgiu de um contacto com um amigo próximo do arquitecto.

O local da cerimónia gerou o erro lamentável, que nos apressámos a corrigir", explicou ao CM Miguel Pinheiro, diretor-executivo do Observador, acrescentando que o jornal não contactou diretamente Ribeiro Telles, optando por apresentar desculpas num texto publicado no site. "Ao contrário do que foi escrito pelo Observador, Gonçalo Ribeiro Telles não morreu. O Observador apresenta as suas desculpas ao próprio, à família e aos leitores", escreveu online Miguel Pinheiro.

Mestre de várias gerações de arquitectos paisagistas e grande referência dos monárquicos portugueses, Gonçalo Ribeiro Telles assinou, com António Viana Barreto, o jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Foi ministro de Estado e da Qualidade de Vida e fundou o Partido da Terra (MPT).

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