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Pandemia de Covid-19 intensifica crise na imprensa

Correio da Manhã continua a ser o jornal mais lido em Portugal. Vende 58 262 exemplares por dia.

01 de dezembro de 2020 às 09:57

A pandemia de Covid-19 veio agravar ainda mais a crise na imprensa nacional. De acordo com os dados esta segunda-feira divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), entre janeiro e setembro os principais jornais e revistas de informação portugueses venderam, em média, menos 44 685 exemplares, passando para um total de 203 159. No que diz respeito ao total das vendas em banca dos três diários generalistas - Correio da Manhã, ‘Jornal da Notícias’ e ‘Público’ - a quebra foi de 25 639 exemplares (passou para 93 264).

O CM mantém a liderança, ao vender em banca uma média de 58 262 exemplares por dia, o que representa uma quota de mercado de 62,5% entre a imprensa diária generalista (em cada 100 compradores, mais de 62 escolhem o CM).

Em segundo lugar surge o ‘Expresso’, com 52 453 exemplares vendidos (caiu 1%), seguido do ‘JN’, com 23 461 (queda de 25%). A ‘Sábado’ ocupa a quarta posição, com 19 381 revistas semanais, enquanto o ‘Record’ vendeu 18 098 exemplares. Seguem-se a ‘Visão’ com 13 354 (menos 19%), o ‘Público’ com 11 541 (menos 17%) e ‘O Jogo’, com 6609 (menos 35%).

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