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Queixa-crime contra Manuel M. Carrilho

A queixa-crime de António Cunha Vaz contra Manuel Maria Carrilho já chegou à Assembleia da República. A Comissão de Ética aguarda agora que o deputado “se pronuncie quanto à eventualidade de lhe ser levantada a imunidade”, como disse ao CM o presidente da comissão, José Matos Correia.
14 de Dezembro de 2006 às 00:00
O deputado socialista
O deputado socialista
Fonte próxima do socialista (que não esteve disponível para declarações) diz apenas que “a resposta será dada no Parlamento”. E lembra: “Carrilho só dedica uma página do livro a Cunha Vaz e tem muito mais para dizer, talvez até matéria para um novo livro.”
Brevemente, a comissão decidirá se aprova a medida, que levará a plenário, independentemente da posição de Carrilho.
Cunha Vaz moveu, em Novembro, uma queixa-crime por difamação contra Carrilho, autor do livro ‘Sob o Signo da Verdade’, a editora (Dom Quixote) e Emídio Rangel, que apresentou a obra. Em causa estão as acusações produzidas contra o empresário no livro. Este está confiante de que “Carrilho não se escudará na imunidade parlamentar, deixando Rangel e a editora sozinhos.”
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