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ROSA DO CANTO: OS HOMENS SÃO MUITO DEPENDENTES

A actriz interpreta o papel de “Fátima” na série cómica da SIC “Não Há Pai”, que tem final previsto para o fim de Janeiro, embora tenha sérias hipóteses de continuar. Para além disto, Rosa do Canto prepara-se para actuar numa peça de teatro intitulada “Não Venhas Atrás de Mim”, que tem estreia marcada para 20 de Janeiro no Teatro Há de Vez. Até lá, as desavenças e o divertimento da família de “Não Há Pai” fazem as delícias dos telespectadores.

26 de dezembro de 2002 às 14:47

Quando era pequena queria ser...

- Rica, porque cedo me apercebi de que toda a gente dá valor a quem tem muito dinheiro e não ao que as pessoas têm de essência. Cada vez constato mais que tinha razão.

- Alguns políticos.

- Da dor.

Como vamos de amores?

- Vamos bem.

Quando era criança...

- Era muito amada.

- Eu. Por isso é que me vejo tanto ao espelho.

- Tenho um enorme sentido de justiça.

- Às vezes não tenho tempo para os amigos e isso para mim é um defeito, porque se fizermos um esforço conseguimos sempre arranjar tempo. Por vezes basta-me saber que eles estão bem. Sou um bocado egoísta nesse sentido — mas só nesse!

- Não tenho paciência para gente burra.

- Música e um bom livro.

- Telemóvel.

- Gostava de ir a Timor por tudo aquilo que representa para nós [portugueses].

- A vida.

- Com sentido de humor e independente. Os homens são muito dependentes e tornam-se uns chatos.

- Brad Pitt.

O que mais a atrai no sexo oposto?

- Uma boca bonita. Um bom cheirinho também é meio caminho andado.

Passaria uma noite romântica com...

- Harrison Ford.

- Dormir muito.

- Sair-me o “tal” milhão de euros.

- Tenho um amigo que é para mim um ódio de estimação. Odeio gostar dele.

- Nunca fiz nada na minha vida. Fui sempre uma desempregada.

- “Casa Blanca”, porque é uma história de amor muito bonita.

- Jazz e Blues, embora tenha um gosto musical muito vasto.

- Benfica, mas não gosto de futebol porque não percebo nada.

- Leio, oiço música, gosto de ir à praia apanhar sol ou ficar sem fazer nada, tipo vegetal e, nesses momentos, se pudesse, até deixava de pensar.

- Vive e deixa viver.

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