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Correio da Manhã

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SONHO ADIADO

“O que eu mais queria era ser cantor e ser reconhecido em todo o Mundo”, confessou Rodrigo Sena antes de saber que ia ser expulso da “Operação Triunfo”. Momentos depois este sonho ficaria adiado com a sua expulsão.
8 de Março de 2003 às 18:54
Rodrigo
Rodrigo FOTO: Direitos Reservados
Com o apoio do pai, que veio propositadamente de Bruxelas a Lisboa abraçar o filho, Rodrigo encarou esta derrota pessoal com um sorriso e só se comoveu quando, ao olhar para os seus 15 companheiros, lhes encontrou lágrimas nos olhos. “O melhor da ‘Operação Triunfo’ foi ter conhecido estes colegas”, disse limpando as lágrimas. Além do companheirismo dos colegas, o concorrente, de mãos dadas com o pai no estúdio, recebeu o maior mimo da noite ao ouvi-lo dizer: “Quero que o Rodrigo se sinta feliz. E agora sou eu quem vai querer que ele revele a voz que tem”.

O jovem, de 24 anos, vive com o pai e o irmão mais novo em Bruxelas, onde frequenta um curso de design de moda, na Academia de Artes e Design, em Antuérpia. Rodrigo, que herdou da falecida mãe o gosto pela música, teve aulas de canto, toca piano e é fã de Amália Rodrigues e de Vasco Santana.

RITA MAIS FRAGILIZADA

Nomeadas pela segunda vez, Rita Viegas e Nádia Alexandre têm ainda em comum o facto de não possuírem qualquer formação musical. Ambas apresentam fragilidades vocais, mas se, na segunda gala, Nádia ainda conseguiu ser salva pelos seus professores, o mesmo não aconteceu com Rita.

Recorde-se que, há duas semanas, Maria João, a directora e porta-voz da escola, mencionou as dificuldades de afinação da aluna justificando, assim, a preferência por Nádia. Apesar disso, Rita, que acabaria por ser salva pelos colegas, viu o seu nome voltar a ser nomeado na terceira gala e é, agora, a mais forte candidata a abandonar a escola.
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