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Correio da Manhã

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SOU MUITO ORGANIZADA

Nas manhãs da TVI, de segunda a sexta-feira, Carla Andrino é a cigana ‘Terrina Calé’ e ‘Maria das Dores’ no ‘Olá Portugal’. À tarde grava as cenas de ‘Os Batanetes’ e ainda tem tempo para uma ou outra participação especial em ‘O Prédio do Vasco’. As tardes de sexta-feira e de sábado são passadas no seu consultório, em Sintra, onde exerce outra das suas paixões: a Psicologia.
4 de Julho de 2004 às 00:00
Os domingos são dedicados à família – ao marido, o maestro Mário Rui, e aos filhos, a Marta, de 17 anos, e o Martim, de 14 – e aos amigos. É assim a agenda da actriz.
“Sou uma pessoa muito organizada. Cumpro os horários à risca para não falhar e tenho tudo cronometrado... Talvez por isso consiga fazer tantas coisas, mas há um ditado que diz ‘quem corre por gosto não cansa’ e eu adoro o que faço”, justifica.
No programa apresentado por Manuel Luís Goucha, a actriz encarna duas personagens. Uns dias é ‘Maria das Dores’, empregada de limpeza cheia de maleitas, noutros ‘Terrina Calé’, cigana ‘amiga do alheio’, capaz de vender areia no deserto.
E se a actriz tem uma predilecção por ‘Maria das Dores’ – “uma hipocondríaca, que fez transplantes a tudo” –, a maioria dos telespectadores prefere a personagem da cigana. “Quando vou às feiras, os ciganos vêm ter comigo, chamam-me prima e ensinam-me as suas expressões e contam-me aspectos da sua cultura, que é fantástica e que eu admiro imenso”, refere a actriz.
Mas Carla Andrino ‘veste’ ainda a pele de ‘Tânia Batanete’, dona da mercearia local na série humorística, ‘Os Batanetes’ líder de audiências. “É uma alcoólica em recuperação. De facto, a ‘Tânia’ bebia bastante mas agora já não. Não deixa de ser uma solteirona que teme ficar para tia e, por isso, de vez em quando tem umas recaídas”, adianta.
A actriz, que considera um privilégio trabalhar em ‘Os Batanetes’, confessa ainda que tanto ela como José Pedro Vasconcelos – com quem contracena mais assiduamente – têm uma grande empatia. “Foi a primeira vez que trabalhámos juntos mas combinamos muito bem. Muitas vezes não nos conseguimos conter e choramos a rir”, conta.
Como se não bastasse este ritmo ‘alucinante, a actriz ainda tem tempo para algumas participações em ‘O Prédio do Vasco’ (TVI). “A equipa é tão maravilhosa e damo-nos todos tão bem que é um prazer trabalhar com aquela gente”, frisa. Aliás, segundo a actriz, o bom ambiente é mesmo um dos trunfos das duas séries de humor da TVI. “Estamos sempre bem-dispostos e descontraídos e isso transparece cá para fora e o público sente”, resume, com convicção.
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