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Correio da Manhã

Tv Media
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SOU MUITO POUPADA, MAS NÃO SOU FORRETA

É lisboeta, tem 28 anos e é um dos rostos do programa matinal ‘Você na TV’. Considera o trabalho que faz na TVI um desafio. Diz que os telespectadores são os seus críticos e é para eles que vai o seu sorriso diário
6 de Novembro de 2004 às 00:00
Como chegou à televisão? Tem formação no ensino superior? (Maria Luísa Basto/ Rui M)
Cheguei à televisão através de um curso de Ciências da Comunicação,
ao qual se seguiu um estágio de jornalismo no programa ‘Regiões’, na RTP. A continuidade veio através do curso de apresentadores de televisão da Universidade Independente, onde surgiu o Entretenimento.
Não acha que a TV devia apostar em mais caras novas como você, que aliam a beleza ao profissionalismo? (Miguel)
Vêem-se as mesmas pessoas há anos porque são grandes comunicadores
e a televisão só tem a ganhar com o seu trabalho. É evidente que se deve apostar em caras novas para refrescar o trabalho televisivo com novas formas de fazer televisão. Conciliar os ‘novos’ com os ‘antigos’ é a fórmula ideal.
É mais conhecida na rua agora ou já era antes do ‘Você na TV’? (Filipe Marques)
O reconhecimento na rua tem sido gradual. Agora, com uma exposição diária de três horas, reconhecem-me na rua e falam-me com carinho do meu trabalho.
Que tipo de trabalho gostaria de ter no futuro? Programas ‘pimbas’ ou algo mais sério? (Kátia Santos)
Neste momento o ‘Você na TV’ é o grande desafio e o trabalho que me dá alegria e prazer. No entanto, todos os desafios que me sejam propostos serão gratificantes para evoluir.
O loiro do seu cabelo é natural, ou pintado? (Ana Borges)
O meu loiro é natural, mas por vezes faço madeixas que dão vida e brilho ao cabelo.
É verdade que “quem tem ética passa fome”, como já ouvi dizer
a uma conhecida figura da televisão? (Lucas)

A ética deve estar sempre presente, em tudo e em todos.
Como é a sua relação com o dinheiro? (Pedro Calado)
Sou muito poupada, embora não seja a típica forreta. Tenho as minhas extravagâncias que me levam a gastar mais dinheiro numas coisas do que noutras.
Tem algum animal doméstico? (Sónia)
Vivo no campo e sempre me habituei a conviver com todo o tipo de animais, pelo que nunca senti necessidade de ter um animal doméstico. Também não tenho disponibilidade para lhes dedicar o tempo que merecem.
Os portugueses são consumidores exigentes? (Maria Gabriel)
Há portugueses e consumidores para todos os gostos. Há os que o são de menos e os que são de mais. Tudo o que consumimos deve ser doseado.
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