Ex-namorado de Hayden Panettiere condenado por agredi-la estava com a atriz quando ela morreu
Relação com Brian Hickerson havia terminado publicamente em 2020, na sequência de acusações de violência doméstica.
O antigo parceiro da atriz Hayden Panettiere, Brian Hickerson, e o irmão deste, Zach Hickerson, encontravam-se no complexo de apartamentos em South Carolina onde a estrela de "Heroes" e "Nashville" sofreu uma paragem cardiorrespiratória e acabou por morrer, aos 36 anos, no passado domingo, 16.
Segundo o documento do Departamento de Polícia de Greenville, que a NBC divulgou esta quinta-feira, o agente responsável pela ocorrência relatou ter falado primeiro com Zach Hickerson, que se mostrou "muito emotivo" enquanto as equipas de emergência médica tentavam socorrer a atriz.
Em contraste, o relatório aponta que o ex-namorado de Panettiere apenas se mostrou visivelmente emocionado após os profissionais de saúde declararem o óbito de Panettiere, pelas 14h32. Além disso, Brian entregou às autoridades um saco com medicação que a atriz estaria a tomar.
Um relatório preliminar do Gabinete do Legista do Condado de Greenville confirmou que a autópsia realizada não revelou "quaisquer sinais de trauma" que pudessem ter contribuído para a morte, aguardando-se agora resultados complementares e toxicológicos.
A relação tumultuosa entre Hayden Panettiere e Brian Hickerson havia terminado publicamente em 2020, na sequência de acusações de violência doméstica que marcaram o histórico recente do casal.
No seu livro de memórias "This Is Me: A Reckoning", publicado três meses antes de morrer, Hayden Panettiere abordou o passado de violência doméstica, relatando que foi agredida por Brian Hickerson de forma tão severa que ficou semanas sem sair de casa, hesitando em denunciar por receio da exposição pública.
Hickerson foi detido a 2 de maio de 2019, acusado de agredir a companheira, tendo contestado as acusações e sido condenado em abril de 2021 a quatro anos de liberdade condicional. Em 2020, a atriz pediu uma ordem de restrição e tornou o caso público para incentivar outras vítimas a procurar ajuda, afirmando na altura estar determinada a garantir que o agressor nunca mais fizesse mal a ninguém.
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