Reis dos Países Baixos dançam no balneário com jogadores do Curaçau
O rei Willem-Alexander e a rainha Máxima fizeram questão de cumprimentar a equipa do pequeno país caribenho que surpreendeu na competição.
A seleção de Curaçau viveu um dos momentos mais marcantes da sua história no Campeonato do Mundo de 2026 e contou com convidados muito especiais nas celebrações. Após o empate sem golos frente ao Equador, a família real dos Países Baixos fez questão de visitar o balneário da equipa para festejar o resultado com os jogadores e a equipa técnica.
O rei Willem-Alexander e a rainha Máxima estiveram presentes nas bancadas durante a partida disputada em Kansas City e, após o apito final, fizeram questão de cumprimentar os protagonistas daquele que é considerado um resultado histórico para a seleção caribenha. A princesa Ariane, uma das filhas do casal, também acompanhou o encontro.
As imagens divulgadas nas redes sociais mostram o monarca e a rainha a dançarem e a celebrarem ao lado dos jogadores, num ambiente de grande entusiasmo:
O selecionador Dick Advocaat destacou a importância da visita, sublinhando que o gesto representou um sinal de respeito e proximidade para com a equipa.
Dentro de campo, Curaçau conquistou o primeiro ponto da sua história em fases finais de Campeonatos do Mundo, graças a uma exibição inspirada do guarda-redes Eloy Room. A formação caribenha resistiu à pressão do Equador e segurou um empate que mantém vivas as esperanças de qualificação para a fase seguinte da competição.
Curaçau, território autónomo das Caraíbas que integra o Reino dos Países Baixos, tem cerca de 185 mil habitantes e participa pela primeira vez num Mundial. O resultado frente aos equatorianos foi recebido com enorme entusiasmo, tanto pelos adeptos como pelas mais altas figuras do Estado neerlandês.
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