Políticos exigem resposta do rei Carlos III por pagar rendas de Beatrice e Eugenie
Sem funções como membros da casa real, as filhas do ex-príncipe André beneficiam de rendas baixas.
As princesas Eugenie, de 36 anos, e Beatrice, de 38, estão no centro de uma nova polémica depois de uma comissão política revelar que as filhas do ex-príncipe André e Sarah Fergunson pagam rendas baixas para as casas em que vivem em Londres e que pertencem à casa real britânica.
De acordo com a 'Hello', a Comissão de Contas Públicas pediu à casa real que implementasse uma política coerente de fixação dos valores das rendas das suas propriedades depois de ser revelado que Beatrice e Eugenie pagam rendas desatualizadas com os valores atuais do mercado.
Além disso, o Gabinete de Auditoria britânico revelou que o rei Carlos III, tio das princesas, tem estado a cobrir, a título privado, o arrendamento abaixo do valor de mercado das suas sobrinhas, apesar de nenhuma delas exercer funções reais.
A princesa Beatrice e o marido Edoardo Mapelli Mozzi têm uma propriedade onde passam os finais de semana com os filhos, Sienna, de cinco anos, e Athena, de um ano, assim como o filho mais velho do empresário, fruto de uma relação anterior. Mas, apesar de disso, a princesa Beatrice mantém um apartamento no Palácio de St James, em Londres, que toda a família usa durante a semana no período escolar.
Já a princesa Eugenie e o marido, Jack Brooksbank, vivem em Melides há mais de quatro anos com os filhos, August, de cinco anos, Ernest, de três anos, e Adelaide, de três meses. Porém, toda a família tem uma propriedade no Palácio de Kensington, em Londres, a Ivy Cottage.
Os valores financeiros exatos do arrendamento cobrado às princesas não foram revelados. No entanto, sabe-se que os lucros das propriedades do Crown Estate revertem para as despesas públicas.
"Esperamos que as nossas recomendações nesta área ajudem a instituição a cumprir as suas obrigações legais em benefício do contribuinte, em nome da coroa", afirmou o presidente da Comissão de Contas Públicas, Geoffrey Clifton-Brown. Um porta-voz do Palácio de Buckingham agradeceu o inquérito e acrescentou: "Tomamos nota da recomendação da Comissão e iremos analisá-la cuidadosamente, no âmbito do nosso compromisso com a melhoria contínua."
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