O rapper retirou a acusante do processo que interpôs por acusações falsas. Mulher assegurou que não recebeu nem lhe foi prometida qualquer compensação pelo seu novo testemunho.
A mulher que acusou o rapper norte-americano Jay-Z, nome artístico de Shawn Carter, de a violar quando tinha apenas 13 anos admitiu que, afinal, nunca conheceu nem esteve sequer com o rapper.
Em 2024 a mulher interpôs um processo contra Shawn Carter e Sean Combs (nome civil do produtor P. Diddy), acusando-os de a terem drogado e violado numa festa depois da cerimónia dos MTV Awards em 2000. Ao longo de todo o processo Jay-Z negou as alegações e, em 2025, a denunciante acabaria por desistir do processo, já depois do rapper tendo dado início a uma ação judicial contra os representantes legais da denunciante e a sua cliente devido a acusações falsas.
Já esta semana, a denunciante entregou uma declaração escrita ao tribunal federal de Manhattan onde admite que as acusações eram falsas. “Shawn ‘Jay-Z’ Carter nunca me violou. Nunca conheci nem falei com o Sr. Carter. O Sr. Carter nunca teve qualquer tipo de conduta inadequada para comigo”, escreveu a denunciante na declaração de 12 páginas citada pela revista Rolling Stone. "Compreendo que as minhas falsas acusações causaram ao Sr. Carter imensa dor, sofrimento e danos que nunca poderão ser totalmente reparados”, concluiu ainda. A mulher assegurou que não recebeu nem lhe foi prometida qualquer compensação pelo seu novo testemunho.
Entretanto, a mulher foi retirada do processo judicial promovido por Jay-Z, que continua a processar os antigos advogados da mulher por acreditar que estes sabiam que as alegações da sua cliente eram “contraditas por informação disponível ao público, inconsistentes e sem qualquer fundamento numa história ou investigação credível”.
“A nossa cliente continua a afirmar que foi vítima de agressão sexual, mas estava completamente enganada nas suas alegações que identificavam o Sr. Carter, e essas alegações eram falsas”, afirmou o novo advogado da denunciante.
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