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Sarah Ferguson: uma patroa caótica e autoritária

"Havia pessoas a chorar nas casas de banho" e funcionários que "só aguentavam trabalhar com ela durante meio-dia".

08 de agosto de 2026 às 20:30

As afirmações são do biógrafo da realeza Andrew Lownie: trabalhar para Sarah Ferguson era um horror, porque a antiga duquesa é “uma pessoa caótica”, “autoritária” e “manipuladora"

Fergie, que continua ‘exilada’ e a fugir dos jornalistas e das autoridades – para não ter de responder perante o caso Epstein – é uma patroa impossível, a acreditar nos relatos que têm vindo a lume. Segundo Andrew Lownie, ninguém aguentava muito tempo a trabalhar para a ex-mulher de André. “Ela não conseguia decidir-se e estava sempre a mudar de ideias”, garante o escritor. “A moral da equipa ficava de rastos, com pessoas a chorar nas casas de banho e a despedirem-se após trabalharem para ele durante apenas meio dia”. Sarah, de 66 anos, continua refugiada nos Alpes.

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