Rita Guerra: "O Beto era como um irmão”
Ainda a chorar a morte do grande amigo, Rita Guerra tenta superar a recente perda. No entanto, a cantora não esquece os anos em que trabalhou ao lado
Ainda a chorar a morte do grande amigo, Rita Guerra tenta superar a recente perda. No entanto, a cantora não esquece os anos em que trabalhou ao lado de Beto, com quem construiu mais do que uma amizade.
– Como está o seu estado de espírito depois da morte do seu amigo Beto?
– Ainda estou tristíssima. O Beto era uma pessoa a quem estava ligada há quase 20 anos. Foi como um irmão para mim.
– O que sentiu quando soube da sua morte?
– É triste ver uma pessoa tão nova morrer assim, principalmente alguém que era tão bom e com tanta coisa para dar. Não é justo.
– Todos os amigos lamentam a perda de uma pessoa que, segundo eles, era exemplar, um amigo para toda a vida.
– É mesmo isso, o Beto era um coração com pés, mesmo.
– Falando em coisas mais alegres, como vai a música?
– Muito bem. A minha agente acabou de me dizer que tinha confirmado mais um espectáculo, apesar de este ano estar a ser mais difícil do que os anteriores.
– Tem sentido a crise na sua área?
– Sim, mas vai-se andando bem, com saúde.
– Mas é no Verão que os artistas acabam por ter maior volume de trabalho...
– Sim, é verdade. A nossa época mais forte é no Verão e acredito que o meu vai ser muito simpático. Mas é notório que há mais dificuldades este ano.
– A par da sua carreira, a Rita Guerra é conhecida por se aliar a causas solidárias, como o projecto Terra dos Sonhos.
– Sim, estou com eles desde o início. Agora, a Terra dos Sonhos acaba de apresentar o hino, no qual eu fiz parte.
– Este projecto visa concretizar os sonhos de crianças.
– O curioso é que fui visitar, ao IPO, uma criança que tinha o sonho de me conhecer. Foi maravilhoso.
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