Advogado de Debbie Rowe nega acordo
O representante legal da ex-mulher de Jackson desmentiu já que a sua cliente tenha chegado a acordo com a família do cantor para desistir da custódia
O representante legal de Debbie Rowe saiu a público, com um ar particularmente irritado, para desmentir as notícias veiculadas durante o dia de ontem segundo as quais a ex-mulher de Michael Jackson teria chegado a acordo com a família para desistir da luta pela custódia dos filhos a troco de 4 milhões de dólares (cerca de 2,8 milhões de euros).
Eric George afirmou peremptoriamente que a sua cliente, que foi casada com Jackson entre 1996 e 1999 e é mãe biológica dos dois filhos mais velhos do cantor – Prince Michael Jr., de 12 anos, e Paris, de 11 – 'não desistiu e nem vai desistir' dos seus direitos. O advogado, que tem mantido conversações com os representantes legais dos pais de Michael, Katherine e Joe Jackson, acrescentou ainda que Rowe não vai aceitar qualquer dinheiro além dos montantes que aufere como ex-mulher de Jackson, tal como ficou estipulado num acordo assinado entre ela e o músico.
A notícia do alegado acordo entre Debbie e os familiares de Michael para sair de cena foi avançada a meio da tarde de ontem pela edição online do jornal americano 'New York Post', notícia que rapidamente foi replicada por toda a Imprensa internacional. George pediu já à publicaçao que emita um desmentido, mas até ao momento não houve qualquer comentário por parte daquele orgão de Imprensa.
Recorde-se que Katherine Jackson, de 79 anos, recebeu a guarda provisória dos três filhos do 'rei do pop' em 29 de Junho, por ordem do tribunal que, entretanto, marcou para a próxima segunda-feira uma nova audiência para determinar em definitivo o futuro das crianças.
Além de Prince Michael Jr. e Paris, Michael Jackson era pai de Prince Michael II, de 7 anos, gerado através de uma mãe de aluguer cuja identidade permanece desconhecida, sabendo-se apenas que se trata de uma cidadã europeia.
Vários juristas de Los Angeles garantem que caso Rowe se apresente em tribunal a reclamar os seus direitos tem grandes possibilidades em obter a custódia dos filhos, já que a Lei do Estado da Califórnia favorece tendencialmente a mãe em prejuízo de outros familiares.
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