Bad Bunny: o mundo a seus pés

Cantor porto-riquenho de origens humildes faz frente a Donald Trump.

15 de fevereiro de 2026 às 20:30
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026 Foto: Morry Gash
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026 Foto: AP
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026 Foto: AP
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026

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Donald Trump foi às redes sociais escrever que a atuação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl foi “absolutamente horrível, uma das piores de sempre”, mas a crítica do presidente americano não fez mais do que valorizar a performance do porto-riquenho que, aos 31 anos, parece ter o mundo aos seus pés.

Nascido Benito Antonio Martínez Ocasio, filho de um camionista e de uma professora, tornou-se conhecido em 2018, quando colaborou com Cardi B e Drake e as suas canções subiram aos tops. Não tardou até que os seus álbuns – mistura de sons, incluindo hip-hop e ritmos latinos, jamaicanos e caribenhos – caíssem no goto do público, que o tornou num mega-sucesso de vendas.

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O seu poder é tanto que se deu ao luxo de atuar no Super Bowl em castelhano. A tacada a Trump não podia faltar. Exibiu uma mensagem onde se lia: “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor. Juntos, somos a América.”

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