Carlos Costa: "Tudo isto são ossos do ofício"

O finalista de ‘Ídolos’, recebeu ameaças de morte mas nunca se sentiu verdadeiramente ameaçado. O jovem madeirense desvaloriza o facto, porque está

20 de março de 2010 às 13:17
importa Foto: Bruno Colaço
Partilhar

Carlos Costa, finalista de ‘Ídolos’, recebeu ameaças de morte mas nunca se sentiu verdadeiramente ameaçado. O jovem madeirense desvaloriza o facto, porque está convencido de que tudo não passou de uma brincadeira de mau gosto. De alguém que queria que ele lhe cantasse ao telefone...

– Confirma que tem sido alvo de ameaças de morte?

Pub

– Que exagero! Foi um breve comentário que fiz e que acabou por abafar uma hora de entrevista mas, tudo bem, eu explico... Durante umas três semanas, a meio do programa, recebia umas chamadas parvas, quase sempre à mesma hora, coisa que considerei uma brincadeira de miúdos. Falei com a produção, que concordou comigo e me aconselhou a não atender o telefone durante uns tempos. Foi o que fiz e pronto.

– Mas qual era a real natureza dos telefonemas?

Pub

– Não era muito clara. Quem quer que fosse só dizia saber onde eu e a minha família morávamos, onde eu estudava e, uma única vez, disse-me: ‘Canta para mim ou eu mato-te’... Mas, sinceramente, nunca levei isto a sério. E há mais, na mesma altura algum amigo da onça (todos temos e eu não serei excepção) colocou no Youtube o meu número de telefone, daí concluir que era tudo uma brincadeira.

– E como explica este episódio?

– Só posso achar que um grupo de miúdos apanhou o meu contacto e resolveu meter-se comigo. Inimigos não tenho. Nem antes nem depois do concurso. Não é por aí... Acho que há pessoas que gostam tanto de nós que não nos suportam e acabam por nos fazer estas brincadeiras estúpidas.

Pub

– Extensão dos danos em termos de susto e trauma?

– Nada disso. Como achei que era uma brincadeira, nunca me senti ameaçado. Sempre quis ser famoso para fazer chegar o meu trabalho às pessoas mas isso tem o seu preço. Tudo isto são só ossos do ofício. Mais do que maturidade, é preciso paciência e indiferença. Tenho de sobra.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar