'Cristina' com João Monteiro prometeu tudo... mas o que entregou foi bem diferente
Namorado de Cristina Ferreira foi o protagonista da "edição especial" da revista.
A revista 'Cristina' lançou esta segunda-feira, 13 de janeiro, uma "edição especial" com João Monteiro, namorado de Cristina Ferreira, como protagonista. Na capa da publicação, é possível ver o casal abraçado e a frase "Amor é amor. Ponto final", que dá a entender que a diferença de idades não é obstáculo para a relação.
Saber mais sobre a história de amor entre os dois 'pombinhos' ou conhecer melhor o homem que conquistou o coração da apresentadora eram dois dos pontos que o público mais procurava. Porém, as únicas coisas que encontraram foram fotos do casal e frases e poemas românticos.
"O que não é expectável, torna-se memorável", "O João é leveza, certeza e conforto", "A Cristina é idónea, audaz, tenaz e de uma criatividade inigualável. Não há beleza que brilhe mais que um bom coração", são algumas das frases possíveis de encontrar.
Além das grandes declarações de amor, Cristina Ferreira publicou alguns dados curiosos sobre os dois, como a comida favorita ou o clube de futebol que cada um apoia.
Através das redes sociais, a 'patroa' da TVI falou sobre o fim da revista 'Cristina', um dos projetos mais marcantes da sua vida.
"Foram 10 anos de trabalho muito compensador. Marcelo Rebelo de Sousa foi o primeiro protagonista, ainda não era presidente. Lembro-me como se fosse hoje do telefonema que lhe fiz e de como me deu força para começar. Dia 7 de março marca o arranque", começou por recordar, viajando até ao dia em que tudo começou.
"O Largo do Chiado reuniu a equipa que segurava balões rosa nas mãos e, no coração, as incertezas do que seria a recepção do público. Foi um estrondo. Um sucesso que a fez esgotar em instantes. A partir daí a história está escrita", escreveu, feliz por ver o papel guardar "a memória de tantas vidas, tantas histórias, opiniões, moda, receitas, crónicas e pontos de viragem".
"Falaram de nós vezes sem conta, surpreendemos com capas arrojadas, fraturantes, únicas. Despimos pessoas e despimo-nos de preconceitos. Fomos liberdade desde sempre. Recebi milhares de mensagens ao longo destes anos de pessoas que não perderam uma. Mandam-me fotografias que comprovam. Emigrantes que esperavam, religiosamente, que chegasse um bocadinho do país naquelas páginas", fez notar.
Por fim, recordou ainda o período da pandemia, momento delicado ao qual a publicação conseguiu sobreviver. "Passámos por um pandemia com quiosques fechados, falência de empresas parceiras que nos ficaram com o dinheiro todo, (um dia hei-de contar) fomos ao chão e levantámo-nos sempre. Por orgulho e paixão. Esta edição guarda uma década. Guarda também a minha vida. Afinal, tinha o meu nome. E, sendo este um projeto de amor, só poderia ser este o fecho. Ponto final", concluiu.
Siga aqui o Vidas no WhatsApp para ficar a par das notícias dos famosos
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt