Diana: A Princesa que sabia demais
Grupo anónimo defende que Lady Di foi assassinada para impedir a revelação de um escândalo que envolvia a monarquia britânica.
E se Filipe de Edimburgo tivesse, ele próprio, ordenado o assassinato da princesa Diana para encobrir um escândalo de natureza sexual?
Esta é pelo menos a nova teoria em torno da morte de Lady Di divulgada pelo grupo de hackers Anonymous, uma organização criada em meados de 2000 que descobre supostas informações confidenciais e revela alegados atos de corrupção por parte do governo dos EUA.
Aquela organização cita a conta do Twitter OpDeathEaters, que revela que Diana foi assassinada pela realeza britânica para encobrir um envolvimento da monarquia no tráfico infantil praticado por um assessor da casa real. Terá sido o próprio Filipe de Edimburgo, marido da rainha Isabel II, a ordenar o seu assassinato. “Tem de parecer um acidente”, terá dito.
Segundo uma versão anónima, a princesa do povo teria mesmo na sua posse uma gravação que incriminava a monarquia num esquema de tráfico sexual de menores. Alegadamente, o príncipe Carlos teria conhecimento deste esquema, mas teria feito de tudo para segurar o assessor em causa.
Segundo o grupo Anonymous, o agente britânico John Hopkins terá confessado, pouco antes de morrer, o assassinato da Lady Di, juntamente com outras pessoas que executou entre 1973 a 1999. Hopkins teria mesmo dito que “a princesa Diana foi a única mulher que matou, acrescentando que ela era o único alvo cuja ordem veio diretamente da família real” e que a sua morte havia sido ordenada por Filipe de Edimburgo.
Quando perguntaram a Hopkins por que não havia denunciado ou rejeitado esse trabalho, ele explicou: ‘Os agentes do MI5 juram lealdade à Coroa. Não podemos ser imparciais quando se trata da família real’”.
Esta nova teoria em torno da morte de Diana já levou a várias reações de repúdio, sobretudo nas redes sociais e é mais uma que alimenta o mito em torno do seu desaparecimento a 31 de agosto de 1997 num acidente de carro.
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