Elsa Raposo: "Não tenho de provar nada a ninguém"
Elsa Raposo garante ter sido roubada, em 600 euros, à luz do dia, na zona do Príncipe Real, em Lisboa. Mas já há quem especule que tudo se trate de um
Elsa Raposo garante ter sido roubada, em 600 euros, à luz do dia, na zona do Príncipe Real, em Lisboa. Mas já há quem especule que tudo se trate de uma mentira da namorada de João Kléber.
– Depois de a Elsa ter dito que foi assaltada na rua, já há quem diga que a história foi inventada por si. Como reage a estas acusações?
– Não tenho de provar nada a ninguém e, sinceramente, estou-me nas tintas para aquilo que os outros pensam. Todos aqueles que, nos últimos quatro meses, puseram a minha palavra em causa, vão ter a resposta merecida. Algumas dessas pessoas já estão notificadas para responder em tribunal.
– Está a referir-se a quem?
– Não vou falar em nomes.
– Porque é que se decidiu por não apresentar queixa pelo assalto?
– Porque não iria resolver nada. Houve uma senhora que me acudiu, posteriormente, e disse que devia apresentar queixa na Polícia, mas optei por não o fazer.
– Um dia depois do sucedido, sente algum tipo de receio em andar sozinha na rua?
– Não, sei que foi uma coisa pontual, que pode acontecer a qualquer pessoa. Mas a verdade é que este episódio de violência fez com que algumas feridas do passado, a nível de agressões, que ainda não estão saradas, se tenham voltado a abrir.
– O que é que lhe roubaram?
– Seiscentos euros. Nunca ando com muito dinheiro na carteira, mas nessa tarde tinha esse valor para entregar aos meus filhos. Foi tudo muito rápido e à luz do dia: uns rapazes arrastaram-me para debaixo de um andaime, na zona do Príncipe Real, e tudo se passou em pouco tempo.
– Foi a primeira vez que lhe aconteceu?
– Infelizmente não. Já me tinham roubado um fio de ouro, no metro, já fui ameaçada com uma seringa e, na minha família, o meu irmão chegou a levar uma facada por não ter um cigarro para dar a um fulano.
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