"Imagem de Miss Playboy nem sempre ajuda"

Liliana Queiroz, Miss Playboy, saiu do anonimato graças a este título mas o sonho de ser actriz está agora cada vez mais difícil de realizar

06 de outubro de 2009 às 08:07
importa Foto: Playboy
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Liliana Queiroz, Miss Playboy, saiu do anonimato graças a este título. Mas, presente envenenado, o sonho de ser actriz está agora cada vez mais difícil de realizar. Aos 24 anos, Liliana garante que não há quem a leve a sério. Ossos do ofício.

– Comentou há dias que a Playboy fez de si quem é mas não a deixa ser mais. Quer desenvolver?

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– Em termos de representação sinto que me evitam por a minha imagem estar ligada à Playboy. O rótulo de Miss Playboy lançou-me mas impede-me o acesso a outros trabalhos. Tenho tentado mas sem sucesso. Os castings têm servido para ganhar amor à arte e confirmar que é o que quero fazer.

– Além da representação também mostrou interesse por trabalhar nos bastidores da marca. É uma possibilidade?

– Acho que não será  nos bastidores. Vou continuar ligada à Playboy mas a fazer o mesmo que tenho feito. Sou modelo da marca e temos projectos comuns, que resultam no interesse de ambas as partes.

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– É complicado tirar a roupa por mais cuidada que seja a produção fotográfica ou aproveita para dar largas à vocação de actriz?

– É uma representação, sem dúvida... Quando estou a fotografar estou a ser apenas um boneco. Não sou sempre assim nem ando sempre em pose ou arranjada, senão ganhava uma dor de costas para toda a vida.

– O seu pai, recém-falecido, foi sempre um porto de abrigo seguro mas convenhamos que poucos pais lidam bem com a nudez das filhas...

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– Tive sempre o meu pai do meu lado. Até ao meu último trabalho. Pouco depois, teve um problema de saúde de que veio a falecer, o que me está a custar muito.

– Ao contrário do seu pai, Tiago, o namorado, foi sempre contra o seu trabalho. Como é que está a vossa relação?

– São temas diferentes, o trabalho e a vida pessoal. Como namorado tem sido bastante meu amigo. Tenho contado muito com ele. E isso é  o mais importante, não é?!

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