Inês Herédia revela que foi alvo de terapia de conversão sexual
Atriz promove petição que propõe a revogação da lei que criminaliza essas práticas.
Foi entregue na Assembleia da República uma petição que propõe a revogação da lei que criminaliza as práticas de conversão sexual para pessoas LGBT+. Inês Herédia recorreu às redes sociais para alertar para a importância deste documento, que conta com 17 mil assinaturas, e admitir que também ela foi vítima deste tipo de terapias.
"Bom, nunca falei publicamente sobre isto porque não foi necessário e porque não tinha a distância necessária. Estou no entanto, inteiramente disponível para testemunhar em primeira pessoa ao nosso Parlamento o que é ser alvo de uma prática destas", começa por escrever a atriz, que foi casada com a produtora Gabriela Sobral, com quem tem dois filhos.
"Posso também levar os exercícios que a minha psicóloga me fazia, guardei as folhas todas. E convidamos estas 17 000 pessoas a fazerem cada um deles. Numa espécie de Hunger Games para ver quem chega ao fim de pé. O perigo destas práticas é MUITO sério e MUITO silencioso. A OMS pronunciou-se e a lei acompanhou. Não dá para voltar atrás nisto", acrescenta.
A publicação originou vários comentários, alguns de figuras bem conhecidas. "Conta comigo para o que precisares. Inaceitável", escreveu Rui Maria Pêgo, marido de Júlia Pinheiro.
"Tenho amigos que se quiseram matar por causa destas barbaridades. Não vamos permitir", referiu Manuel Moreira.
"Isto é assustador. Combatamos esta Idade Média", afirmou Nuno Markl.
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