Julian Assange: a mais óbvia vítima mundial de assédio dos últimos 12 anos, por Rui Zink
Com o calvário de Julian passámos a ter uma espada de Dâmocles a céu aberto sobre a cabeça de um só indivíduo.
É Julian Assange "a maior vítima do nosso tempo"? Claro que não, nem entre aspas essa afirmação seria verdade. Desde logo, o pódio teria de ser de uma mulher, de preferência afegã em terra talibã. Ou, se quisermos esticar a corda, por um português zangado porque "fui só ali um instantinho e rebocaram-me logo o carro, estes chulos". Ou uma tia de Cascais que acabou de ver uma rival com a mesma mala falsa de marca. Enfim, isto é como os Antónios Silvas deste mundo: vítimas há muitas, seu malandro.
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