Maitê Proença perde direito a pensão
O Estado decidiu suspender o pagamento de cinco mil euros mensais que a actriz e escritora brasileira recebia a título de pensões.
O Governo federal do Estado de São Paulo decidiu suspender o pagamento de 13 mil reais (mais de cinco mil euros) que processava todos os meses a favor de Maitê Proença a título de pensões. Os benefícios que estavam a ser recebidos pela actriz e escritora brasileira de 51 anos, que recentemente exaltou os ânimos em Portugal devido a uma peça polémica sobre o País exibida pelo canal de televisão GNT, haviam sido herdados dos pais, o Procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, já falecidos.
A decisão decorre do facto de Maitê ter sido casada com o empresário Paulo Marinho. A SPPrev, a entidade do Estado brasileiro que responde pela Segurança Social, entende que o matrimónio, uma união de facto que veio agora a público e é confirmada pela própria na sua biografia, faz com que a actriz perca o direito à pensão.
A artista brasileira já reagiu, afirmando que não vê qualquer justificação para a suspensão do pagamento daqueles benefícios financeiros. 'São pensões que os meus pais pagaram a vida inteira, deduzidas do salário deles, para que eu pudesse beneficiar mais tarde', declarou Proença. Por seu lado, o advogado da actriz já fez saber que vai recorrer da decisão.
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