Quaresma não assume filha recém-nascida
Ricardo Quaresma acaba de ser pai, mas recusa assumir Ariana como sua filha. Cátia Costa, ex-namorada do jogador do Inter de Milão, está desolada.
A ex-namorada de Ricardo Quaresma, Cátia Costa, deu à luz na quarta-feira, mas o jogador do Inter de Milão recusa-se a assumir a filha Ariana. Tudo porque teve conhecimento de algumas situações que envolvem a jovem e está desconfiado de traição.
"Ela sempre teve fama de namoradeira e contaram ao Quaresma que ela esteve com outros homens enquanto ele estava em Itália e acabou tudo com ela. Agora exige um teste de paternidade", revelou uma fonte próxima do jogador.
Nem Quaresma nem qualquer outro membro da sua família foram ao hospital visitar a jovem e o jogador só está disposto a ver Ariana quando sair o resultado do teste de paternidade. "O Quaresma começou a desconfiar do amor da Cátia e percebeu que ela só queria o dinheiro dele. Agora, nem sequer lhe atende o telefone", acrescenta a mesma fonte.
Quando tudo estava às mil maravilhas entre o casal, Quaresma disse a Cátia para deixar de trabalhar na sapataria do Almada Fórum, assegurando-lhe todas as despesas. O jogador chegou a oferecer-lhe um carro - um Peugeut CC - mas "Cátia teve de o vender recentemente por ter ficado sem dinheiro", diz a mesma fonte.
Recorde-se que Cátia e Quaresma namoraram durante mais de dois anos, já planeavam o casamento e chegaram a estar radiantes com a vinda da primeira filha. Agora, resta ao jogador ter a confirmação se Ariana é sua filha.
CARTA DE CÁTIA COSTA
Da advogada de Cátia Brito Costa, recebemos o seguinte direito de resposta:
"O jornal e revista que V. Ex.ª dirige tem publicado, constantemente e em destaque, notícias sobre a minha cliente, a Exma. Senhora D. Cátia Brito Costa.
Essas notícias, de conteúdo difamatório e injurioso, causaram à minha Cliente e sua família, pessoas de elevada estatura ética, danos morais inaceitáveis.
Como V. Ex.ª deverá saber, a minha cliente não é figura pública, nunca contactou nenhum jornalista do seu jornal nem nunca deu qualquer entrevista ao mesmo.
Por esse facto, encontra-se profundamente indignada e revoltada com a forma como foi achincalhada pelo seu jornal. Colocar em causa a sua seriedade enquanto mulher e mãe, difamando-a de modo vil e intencional, é, salvo o devido respeito, vergonhoso. As alegações feitas no seu jornal, em 20/04/2010 e 15/05/2010, de que a minha cliente "se encontra na miséria", "conta com o apoio financeiro de Quaresma", "não sai de casa", "teve que vender bens", nomeadamente, o carro, "Quaresma ofereceu carro a Cátia", "tem fama de namoradeira", "queria dar o golpe do baú", são falsas.
Vender jornais enxovalhando pessoas de bem é, para além de inaceitável, profundamente condenável.
Ninguém tem o direito de contar publicamente a vida alheia, muito menos quando se faz através de mentiras, injúrias e difamações.
A minha Cliente tem direito a ver reposta a sua honra e dignidade, o que se exige, nos termos dos artigos 24.° e seguintes da Lei de Imprensa, sem prejuízo de instauração do correspondente procedimento criminal."
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