Rita Guerra: "Sou uma mulher apaixonada"
Rita Guerra não dispensa um convite para apoiar a luta contra o cancro devido às perdas que sofreu na família.
Rita Guerra não dispensa um convite para apoiar a luta contra o cancro devido às perdas que sofreu na família. Optimista, aposta na prevenção e continua cheia de projectos para concretizar.
– Marcou presença num evento solidário de luta contra o cancro. Já viveu de perto a doença?
– Sim. Infelizmente tive casos de cancro na família com finais pouco simpáticos. A minha mãe, o meu irmão e o meu tio faleceram.
– Faz questão de alertar para a prevenção?
– Claro. É realmente uma doença fulminante, quando é detectada muito tarde, ou quando os estragos já são muito grandes. Toda a gente deve ter muitos cuidados.
– É uma realidade que a assusta?
– Assusta porque mesmo com a possibilidade de recuperação, todo o processo é extremamente penoso, doloroso e dispendioso. Requer muito tempo e muita cabeça e eu não sei se teria estrutura psicológica para receber uma notícia dessas.
– Falando de assuntos positivos. É verdade que está apaixonada?
– Eu sou uma mulher muito apaixonada...
– Encontrou a sua cara-metade?
– Sim [risos]. Mas com todo o respeito pela curiosidade das pessoas, prefiro não falar sobre isso.
– E em termos profissionais, tem novos projectos?
– Lancei o álbum ‘Luar’ há quase um ano, mas o período de ‘recém--nascido’ tem-se prolongado porque tem estado muito presente nos concertos, nas novelas e nas rádios. Além disso, vou continuar com a minha actividade num ambiente mais familiar e intimista. E vou fazer espectáculos sozinha ao piano em alguns teatros do País e estrangeiro.
– Está entusiasmada com esse projecto?
– Muito mesmo. Foi assim que comecei. E posso reinventar as músicas. Vou começar já no dia 12 em Gafanha da Nazaré.
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