Sara Santos: "No início fui mesmo muito maltratada"

É modelo e foi Miss Playboy TV Portugal 2006, ano em que participou no reality show ‘Pedro, o Milionário’, na TVI.

25 de fevereiro de 2010 às 08:56
importa Foto: Bruno Colaço
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Sara Santos é modelo e foi Miss Playboy TV Portugal 2006, ano em que participou no reality show ‘Pedro, o Milionário’, na TVI. Esta semana colocou um pedido no Facebook para encontrar um patrocinador que lhe pague extensões no cabelo. Uma prática recorrente que, garante, funciona.

– Publicou no Facebook que procura patrocinador para colocar extensões. Estava a brincar?

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– Não. Estou mesmo a falar a sério. Eu recebo patrocínios no âmbito do meu trabalho de modelo. Coloquei extensões por razões de trabalho e agora, que preciso de as tratar, mesmo não sendo trabalho, falta-me um patrocinador.

– E funciona essa estratégia tão directa de pedir e receber?

– Tem funcionado. É como uma permuta: a minha imagem por um serviço de imagem. Em três mil pessoas que tenho adicionadas e outras mil em espera, há-de haver alguém que me queira ajudar.

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– Qual o pedido mais absurdo e inesperado satisfeito por esta via?

– Os meus pedidos são muito razoáveis e estão sempre relacionados com o meu trabalho. Já pedi e recebi patrocínios para tratamentos de corpo e cabelo ou massagens.

– Foi o título Miss Playboy TV Portugal 2006 que a tornou popular?

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– Antes, participei num reality show, ‘Pedro, o Milionário’ (TVI), onde só fiquei um mês, mas valeu a pena. Tinha acabado de me separar e precisava de férias e de tempo para mim.

– Como é gerir essa fama que se ganha de um dia para o outro?

– É complicado. Logo depois do título da ‘Playboy’, houve um episódio com o Cláudio Ramos em que, num directo em televisão, ele me chamou songa-monga entre coisas mais desagradáveis...

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– Como reagiu à provocação?

– Liguei e tivemos uma discussão acesa. Eu era muito ingénua e deixava-me provocar. Dizia o que me vinha à cabeça. Nesse aspecto, mudei. Estou muito mais defensiva. No início fui mesmo muito maltratada, mas precisamos uns dos outros e usamo-nos uns aos outros. Não me queixo. 

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