Sarah Ferguson: "Com Diana, aprendi a ser eu própria"

Ao casar com um dos filhos da rainha Isabell II, Fergie depressa percebeu que "ou se nasce na família real ou nunca se fará parte dela realmente".

28 de setembro de 2009 às 15:33
importa Foto: Brainpix
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A duas semanas de celebrar o seu 50º aniversário, Sarah Ferguson, que conserva o título de  duquesa de York, mas sem o tratamento de 'Sua Alteza Real', depois de se ter divorciado oficialmente do príncipe André de Inglaterra em 1996, afirmou a um jornal italiano que deve à malograda princesa Diana o facto de ter aprendido a ser ela própria, acrescentando que nunca conheceu uma pessoa com o sentido de humor tão acutilante como a 'Princesa do Povo'.

É que ao contrair matrimónio com um membro da casa de Windsor, como sucedeu em Julho de 1986, Sarah Margaret Ferguson, segunda filha do major de cavalaria Ronald Ferguson, depressa percebeu que 'ou se nasce na família real ou nunca se fará parte dela realmente', pelo que é necessário descobrir a forma de se afirmar sem entrar em conflito. E, para Fergie, como também é conhecida a duquesa, foi Diana quem lhe ensinou tudo.

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A relação com o príncipe André, de que resultou o nascimento das princesas Beatrice e Eugenie, netas da rainha Isabel II, foi turbulenta e pontuada por muitos escândalos. Mas Sarah Ferguson ainda pensa que o matrimónio talvez pudesse ter sobrevivido.

'Quem sabe, se tivéssemos lutado tanto pelo nosso amor como fizeram Alberto e Vitória, talvez ainda estaríamos juntos', observou a duquesa, referindo-se à rainha Vitória e ao príncipe Alberto cuja história é reconstituída no filme que ela própria produziu, 'The Young Victoria', dirigido pelo canadiano Jean-Marc Vallée. A obra que foi apresentada há dias no Festival de Cinema de Toronto.

'Fazer este filme foi como reviver a minha própria vida. É uma forma de prestar homenagem a André e ao nosso amor', comentou Fergie, que encontra na relação com o ex-marido muitas semelhanças com a vivida entre Vitória e Albert. Incluindo as ausências. Durante cinco anos, lembrou a duquesa, na época em que o marido servia na Marinha, só o via durante 40 dias em cada ano.

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