Sétima Arte: ‘A Bela e o Paparazzo’

Por amor, Soraia Chaves (uma estrela de TV) e Marco de Almeida (um paparazzo) mudam toda a sua vida.

24 de janeiro de 2010 às 10:30
importa Foto: Direitos reservados
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Uma vedeta de televisão (Soraia Chaves) à beira de um ataque de nervos. Um paparazzo (Marco de Almeida) implacável a perseguir celebridades. Um jovem desempregado (Nuno Markl) que quer a independência lá do prédio.

Esta é uma comédia romântica à portuguesa, pois então. Trama ligeira, óbvia nos clichés e no excesso de palavrões, ‘A Bela e o Paparazzo’ cumpre o essencial, o objectivo de fazer (sor)rir.

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"Fazer comédia é mais difícil", garante o realizador, António-Pedro Vasconcelos, que antes fizera ‘Call Girl’, também com Soraia, a quem não poupa elogios. "É uma actriz excelente e, às vezes, surpreende", justifica.

IMAGEM

Na trama surpreendem também, entre várias cenas mais previsíveis, alguns momentos ‘kitsch’. O que dizer de Soraia e Marco, descalços, a dançarem à noite no meio da rua, no Rossio?! Rasgos de romantismo exagerado num casal em que fica a faltar alguma química.

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Quanto à ‘Bela’, sempre bela, deveria, talvez, preocupar-se menos com a beleza. A sua ‘Mariana’ beneficiaria em realismo. E o amor ganharia naturalidade...

FICHA

Título original: ‘A Bela e o Paparazzo’

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Realizador: António-Pedro Vasconcelos

Elenco: Soraia Chaves, Marco de Almeida, Nuno Markl e Virgílio Castelo

Produção: Portugal

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Duração: 100 minutos

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