Tokio Hotel: "Saber que as nossas fãs nos desejam é algo que nos agrada"

os irmãos Bill e Tom Kaulitz falam do concerto do dia 7 de Abril, em Lisboa, do novo disco, dos fãs e da vida de estrelas

28 de março de 2010 às 10:32
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Os irmãos Bill e Tom Kaulitz falam do concerto do dia 7 de Abril, em Lisboa, do novo disco, dos fãs e da vida de estrelas.

- O que estão a preparar para o espectáculo do dia 7 de Abril, em Portugal, e o que podem revelar para já?

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- Vai ser um espectáculo com uma mega- produção por trás. Toda a produção foi projectada em Londres, inclusive a montagem do palco com todas as estruturas e elementos de decoração que vão fazer parecer uma cidade criada pelos Tokio Hotel. Temos ensaiado bastante, somos muito perfeccionistas.

- Regressam ao Pavilhão Atlântico, que esgotaram em 2008. De que se recordam desse espectáculo?

- Acima de tudo, temos muito boas recordações, estávamos contentes de estarmos em Portugal. Infelizmente, tivemos de cancelar a primeira data já que eu estava com problemas de saúde e não conseguia cantar. Mas recuperei, e penso que compensámos o público com o concerto que demos depois. Recordo-me de que o público foi incansável e muito ‘enérgico’ o tempo todo.

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- Com que ideia é que vocês ficaram dos fãs portugueses?

- Gostámos muito do público português. Sem dúvida que são fãs que nos apoiam bastante. Mesmo com o lançamento do segundo álbum, mais uma vez tivemos uma reacção positiva, inclusive dos fãs portugueses.

- Como foi a vossa estadia em Portugal? Conseguiram ter tempo para visitar Lisboa?

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- Infelizmente, não tivemos tempo para passear, pois estávamos em digressão e no dia seguinte tivemos de viajar até à próxima cidade. Infelizmente, estivemos pouco tempo fora do hotel. Mas do que conseguimos ver gostámos muito, como o tempo, por exemplo.

- O novo álbum, ‘Humanoide’, é um disco muito mais rock e menos melódico do que o anterior. É um sinal de maturidade?

- Naturalmente que amadurecemos, tanto a nível pessoal como musical. Quando gravámos o primeiro álbum tínhamos apenas 15 anos. Entretanto, já passaram alguns anos e claro que a evolução se reflecte neste álbum. Mas foi de uma forma inconsciente, pois não quisemos mudar de estilo.

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- Como tem sido a reacção a este disco comparativamente com a reacção aos álbuns anteriores?

- Estamos muito satisfeitos, tivemos sucesso em todo o lado, o feed-back tem sido bastante positivo. Estivemos cerca de um ano a preparar o disco, ou seja, a compor e a trabalhar ao pormenor a produção técnica deste álbum, daí este disco soar um pouco diferente do anterior. Valeu a pena termos ocupado tanto tempo com as gravações.

- Em 2010 cumprem nove anos de carreira. O que mudou em vocês?

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- Para ser sincero, não nos apercebemos do passar do tempo, e não nos parece que já tenham passado tantos anos. Estamos muito felizes por termos conseguido chegar onde estamos e de continuarmos a ter tanto sucesso. De maneira nenhuma queremos separar-nos, esperamos poder continuar por muito mais tempo.

- Têm lidado bem com a fama?

- Há sempre o lado positivo e o lado negativo… Claro que fazer parte dos Tokio Hotel é muito recompensador mas também há coisas das quais nos temos que privar ao estarmos neste projecto. O facto de não termos privacidade, de não podermos passear pelas ruas... não é tão agradável. Mas chega uma altura em que temos de decidir o que realmente preferimos e queremos – e até agora tem valido muito a pena estar 100 por cento nos Tokio Hotel. Sem dúvida que estar em cima do palco com uma audiência que nos respeita e que gosta da nossa música é o melhor agradecimento que se pode ter.

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- Quem é o mais stressado dos quatro elementos dos Tokio Hotel?

- Penso que acabamos todos por sentir algum stresse, principalmente porque somos todos muito perfeccionistas. A verdade é que nunca estamos satisfeitos com o que fazemos e pensamos que conseguimos sempre fazer melhor. Acabamos por insistir mais em determinados aspectos, e tem de haver muita preocupação em fazer tudo bem.

- O que é que vocês costumam fazer quando não estão a tocar?

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- Quando tenho mais tempo livre tento estar com a minha família e com os meus amigos. Prefiro ficar em casa a ver televisão, ou mesmo não fazer nada de especial, do que praticar desporto, por exemplo. Não tenho, é verdade, muitos hóbis, prefiro mesmo aproveitar o tempo livre para estar com os meus familiares.

- Como é a vossa relação com as fãs raparigas, sabendo que muitas delas desejariam namorar com um de vocês?

- Saber que as nossas fãs nos desejam é, à partida, algo positivo e, em geral, agrada-nos. E estamos, é claro, gratos por saber que gostam muito de nós e da música que fazemos. É natural que ao sermos novos, e o público ao ter mais ou menos a nossa idade, esse desejo esteja sempre presente.

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