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"É possível que eu seja gay”: Biografia de Carlos III relata relações intimas com Diana

Princesa terá dito que o marido nunca seria rei e que se iria certificar de que o filho William era o sucessor de Isabel II.

05 de novembro de 2022 às 01:30

A frase terá sido proferida por Carlos em resposta à então mulher, a princesa Diana (1961-1997), de maneira sarcástica, e como justificação pela falta de libido do agora rei de Inglaterra. A pergunta terá surgido depois do nascimento do príncipe Harry, o segundo filho do casal, em 1984. “Porque é que não dormes comigo?”, questionou Diana. “Não sei, querida. É possível que eu seja gay”, respondeu Carlos.

O momento foi agora divulgado pela revista britânica ‘Page Six’, como uma das histórias presentes no mais recente livro biográfico sobre o monarca: ‘The King: The Life of Charles III’, da autoria do jornalista norte-americano Christopher Andersen, com lançamento marcado para a próxima semana.

A obra também irá revelar diversas discussões entre o casal, como uma forte exigência de respeito feita por Carlos, e que levou Diana a afirmar que o então príncipe de Gales era um “animal, que nunca seria rei” e que, no que dependesse dela, “William [filho mais velho do casal] seria escolhido como sucessor da rainha Isabel II”.

O verdadeiro sentimento entre Carlos e Diana é outro dos temas em grande foco no livro. A ‘princesa do Povo’ admitiu que antes do casamento, em 1981, se apercebeu de que o noivo estava apaixonado por Camilla Parker-Bowls. Razão pela qual não tardaram a surgir confrontos violentos entre o casal que preocupavam os oficiais de segurança sobre a eventual utilização das espingardas e pistolas presentes no Palácio. Os pormenores pessoais da vida de Carlos revelam os bastidores de um casamento infeliz e de uma longa espera pela subida ao trono.

‘The King: The Life of Charles III’ fala ainda sobre as alegadas acusações de maus-tratos deste aos funcionários reais e sobre a veracidade do agora rei dormir apenas com o seu urso de peluche de infância.

A biografia, que promete gerar muita polémica, é lançada dois meses depois da morte da rainha Isabel II. 

Uma imagem de mudança

Apesar de durante muitos anos ter sido apontada como a principal culpada pelo divórcio de Carlos e Diana (consumado em 1996), a imagem de Camila perante o público está a mudar. Prova disso foi o “sincero desejo” de Isabel II, aquando do discurso do Jubileu de Platina, de que Camila assumisse o título de rainha consorte.

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