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A descoberta que dá esperança: Insulina faz cem anos

Foi em 1921 que um grupo de cientistas descobriu como controlar o nível de açúcar no sangue, através da insulina.
Por Ana Maria Ribeiro 28 de Janeiro de 2021 às 01:30
Universidade de Toronto foi  pioneira na  descoberta  da insulina
Universidade de Toronto foi pioneira na descoberta da insulina FOTO: Direitos Reservados
Há cem anos a diabetes de tipo 1 era uma doença fatal. Os diabéticos sobreviviam, em média, 11 meses após receberem o diagnóstico. Até que a investigação conduzida por cientistas da Universidade de Toronto, Canadá, mudou tudo. A descoberta da insulina – cujo centenário se assinala em 2021 – representou a salvação para doentes que até então eram tratados com dietas restritivas. "As pessoas morriam muito cedo, tinham uma qualidade de vida péssima e havia hospitais só para que os diabéticos lá fossem morrer", diz Luísa Raimundo, endocrinologista do Hospital Lusíadas.

A especialista acrescenta que, em 100 anos, muita coisa mudou, e que a investigação em torno da diabetes está longe de ter terminado. "A insulina que hoje administramos não tem nada a ver com aquela que era usada na década de 20 do século passado", revela. "As primeiras insulinas eram de origem animal, posteriormente passaram a ser sintéticas, e agora há uma geração diferente – os análogos de insulina, que têm uma estrutura diferente da insulina mas desempenham a mesma função."

Também há diferentes tipos de insulina – a rápida e a lenta – e formas de a aplicar novas. Mas enquanto não houver cura para a diabetes, a insulina é algo de que não podemos prescindir.

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