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Mais de metade dos doentes oncológicos conhecem alterações genéticas ligadas ao cancro de mama

No entanto, apenas 27,9% dos doentes sabem que estas aumentam o risco de cancro de mama também no homem.
Por Lusa 28 de Outubro de 2020 às 09:01
Cancro da mama
Cancro da mama
Mais de metade dos doentes oncológicos ou familiares já ouviram falar das mutações do gene BRCA e associam-nas ao cancro da mama, mas apenas 27,9% sabem que estas aumentam o risco de cancro de mama também no homem.

Segundo um estudo desenvolvido para o projeto 'saBeR mais ContA', uma iniciativa das associações Careca Power e Evita e das sociedades portuguesas de Genética Humana, Ginecologia, Oncologia e Senologia, apenas 32% sabem que as mulheres portadoras de mutações genéticas conseguem reduzir o risco de desenvolver cancro da mama e ovário através de cirurgias e outras medidas preventivas.

Em declarações à Lusa, o presidente da Sociedade Portuguesa de Senologia sublinha que, uma vez que as alterações do gene BRCA1 contribuem para 5 a 10% do total de cancros de mama, "é importante conhecer os portadores antes que a doença se manifeste porque assim se consegue diminuir o risco (...) e aumentar o prognóstico".

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