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Será que pode culpar a genética por não gostar de fruta e vegetais?

Um estudo da Universidade de Kentucky revela algumas pistas sobre por que razão os vegetais e outros alimentos são mais amargos para certas pessoas.
Por Leonor Riso 12 de Novembro de 2019 às 14:27
A fruta fresca é indispensável numa dieta saudável e não é por acaso que surge numa das maiores fatias da roda dos alimentos. Um estudo britânico revela que comer sete ou mais porções por dia de fruta reduzem o risco de morte prematura em 42%...
A fruta fresca é indispensável numa dieta saudável e não é por acaso que surge numa das maiores fatias da roda dos alimentos. Um estudo britânico revela que comer sete ou mais porções por dia de fruta reduzem o risco de morte prematura em 42%... FOTO: Getty Images

Quem não gosta muito de vegetais e fruta pode ter sido traído pelos próprios genes. Uma equipa da Escola de Medicina da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, descobriu que quem tem duas cópias de uma variante de um gene ligado ao paladar sente o sabor amargo de forma mais intensa, quando comparado com quem não tem essas variantes. O paladar parece afetar o consumo de fruta e vegetais, revela o estudo.

Para os cientistas, este facto faz com que para algumas pessoas, os brócolos e couves-de-bruxelas, por exemplo, sejam muito amargos, tal como o café, a cerveja ou o chocolate negro. Tal justificaria por que razão é que algumas pessoas têm tanta dificuldade em incluir vegetais e fruta na dieta.

A aversão ao sabor amargo está ligada à nossa evolução, na medida em que protege os seres humanos de comer alimentos que possam ser venenosos.

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