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O que comemos hoje pode afectar os nossos netos

João Ramalho Santos diz que é muito difícil fazer estudos na área da Procriação Medicamente Assistida. Razões: o financiamento, ninguém morrer por infertilidade, e o estigma que ainda existe na sociedade.
Por Lucília Galha 11 de Outubro de 2019 às 12:34
avós, netos, mãos
avós, netos, mãos FOTO: Getty Images
Que Afonso Henriques foi o primeiro Rei de Portugal parece ser um facto irrefutável. Mas, e se alguém lhe dissesse que, afinal, o que aprendeu na escola está errado? Na ciência, as coisas funcionam assim, diz o investigador João Ramalho Santos. "Aprendi na Biologia que havia uma diferenciação celular e que não era possível haver clonagem a partir de células de um adulto. Depois nasceu a ovelha Dolly. O nascimento da Dolly é mais ou menos a mesma coisa que me dizerem: ‘Lembras-te da história do Afonso Henriques? Olha, não foi ele, foi Sancho I’", compara.



Até há pouco tempo pensava-se que mesmo que uma pessoa fizesse muita musculação, o seu filho não nasceria com músculos ou que, por mais que uma pessoa fumasse não passaria os malefícios do fumo aos filhos, nem aos netos. "Mas afinal não é bem assim", assegura o diretor do Centro de Neuro-ciências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra.

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