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Dor crónica afeta cerca de 37% dos portugueses

Patologia pode surgir em vários contextos e ser agravada por traumatismos ou associada a um pós-operatório.
Por Francisca Genésio 4 de Fevereiro de 2018 às 07:52
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Doença afeta mais as mulheres e grupos populacionais mais vulneráveis. Manifesta-se principalmente na região lombar
Cerca de 37% dos adultos portugueses sofrem de dor crónica, sendo que, deste total, 14% têm a doença com intensidade moderada ou intensa. Os dados contam do estudo ‘Epidemiologia da dor crónica em Portugal’, que contou com a participação de 5094 adultos.

"A dor crónica é mais grave do que a aguda. Isto porque a dor aguda é imediata, um sintoma. Tratada a doença, a dor desaparece. A dor crónica é o contrário disto. É a dor que persiste para além do motivo que a gerou e, com essa persistência ao longo do tempo, ela própria vira a doença", explicou José Caseiro, médico anestesiologista e coordenador da Unidade de Tratamento da Dor do Hospital dos Lusíadas, em Lisboa.

A doença pode surgir no contexto de várias patologias (cancro, artrose, zona, entre outras) e ser agravada por traumatismos ou posições forçadas ou incorretas. Pode também estar associada a um período pós-operatório ou surgir sem causa aparente, segundo os especialistas. De acordo com o estudo, a dor crónica é mais prevalente nas mulheres e em grupos populacionais mais vulneráveis e manifesta-se sobretudo na região lombar do corpo (42%).

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